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Meio milhão de metros cúbicos já foram dragados do Porto do Rio Grande

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A dragagem tem previsão de ser concluída em até dez meses - Foto: Divulgação/Suprg

A dragagem de manutenção do Porto do Rio Grande iniciou no dia 29 de outubro e está em ritmo acelerado. A obra que está sendo realizada pelo consórcio Jan de Nul e Dragabrás prevê a retirada de até 16 milhões de metros cúbicos do canal de acesso que está prejudicando a segurança da navegação. Até essa quarta-feira (7), mais de 590 mil metros cúbicos já haviam sido dragados.

“A dragagem está seguindo seu cronograma de forma bastante eficiente. Diariamente recebemos as informações do consórcio sobre o andamento das atividades, bem como a Superintendência do Porto do Rio Grande possui equipe de fiscalização em tempo integral na draga Pearl River”, afirmou o superintendente, Janir Branco.

Até o momento, a draga já realizou 59 ciclos de dragagem. O funcionamento da embarcação é 24 horas por dia, sete dias por semana.

No quesito meio ambiente, a dragagem do Porto do Rio Grande conta com o monitoramento da qualidade da água; o monitoramento da dragagem a partir dos sensores da draga que discriminam os locais dragados; programa de monitoramento da área de descarte e a utilização de traçadores. A obra de dragagem está integrada ao sistema SimCosta da Universidade Federal do Rio Grande, que permanentemente monitora a costa brasileira.

“Estamos primando por uma obra ambientalmente segura e que respeite todas as condicionantes impostas pelo Ibama para que possamos ter o desenvolvimento de forma sustentável”, concluiu Branco.

A dragagem é uma obra do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil por meio da Secretaria Nacional de Portos e tem previsão de ser concluída em até dez meses.

SOS Cassino

Na tarde desta quinta-feira (8), a Superintendência do Porto do Rio Grande e o Grupo de Trabalho formado com os professores da Universidade Federal do Rio Grande receberam os representantes do SOS Cassino. No encontro foram debatidos os sistemas de monitoramento que estão em execução e o andamento da obra.

Texto: André Zenobini/SUPRG
Edição: André Malinoski/Secom

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