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Saiba como agir em caso de inundações

Defesa Civil orienta população a adotar medidas preventivas e acompanhar alertas oficiais

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A partir de quinta-feira (16/7), o Rio Grande do Sul deve enfrentar uma sequência prolongada de condições adversas do tempo, com previsão de temporais, chuva intensa, ventos fortes e descargas elétricas, que pode favorecer a ocorrência de alagamentos e inundações em diferentes regiões do Estado. Diante desse cenário, a população deve acompanhar as informações nos canais oficiais da Defesa Civil estadual e da sua cidade, além de conhecer o Plano de Contingência do município e os riscos existentes na região onde mora ou transita.  

Em situações de risco de inundações, é fundamental seguir as orientações da Defesa Civil e adotar medidas preventivas de acordo com o nível de alerta emitido. Nos alertas moderados, recomenda-se manter calhas e ralos em boas condições, verificar a segurança de telhados e árvores antes de períodos de chuva intensa, conhecer o histórico de alagamentos da região e comunicar à Defesa Civil a existência de bueiros entupidos ou danificados.  

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Com a elevação do nível de alerta, a recomendação é reduzir a exposição aos fenômenos, evitar deslocamentos desnecessários, manter-se abrigado durante os temporais e preparar um kit de emergência com documentos, água, roupas e medicamentos. Moradores de áreas com histórico de alagamentos devem verificar junto à Defesa Civil se há necessidade de deixar o local, além de adotar medidas para garantir a segurança dos animais domésticos.  

Nos níveis mais altos de alerta, a prioridade é buscar abrigo ou permanecer em local seguro até que o risco cesse. Também é importante estar preparado para evacuar áreas sujeitas a alagamentos, inundações e enxurradas, evitar atravessar locais inundados, a pé ou de carro, e não retornar às áreas evacuadas até a liberação oficial.   

A população deve seguir as orientações das autoridades, manter-se informada sobre a evolução da situação e, sempre que possível, compartilhar informações com vizinhos e prestar apoio a pessoas em situação de maior vulnerabilidade.  

Texto e edição: Secom 

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