Banco Mundial auxiliará programas do Estado através de consultorias
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As melhores consultorias do mundo estarão à disposição dos programas do Governo do Estado, através do Banco Mundial (Bird), disse nesta quarta-feira (16) a governadora Yeda Crusius, ao falar da importância da presença da atual missão de técnicos da instituição no Rio Grande do Sul. Nós vamos poder visitar, financiados pelo Bird, os maiores experimentos de portos, infra-estrutura, gestão, irrigação e outros. O Banco Mundial vai nos ajudar a atingir as metas que temos para todos os setores, como a educação e a segurança pública, informou. • Baixe e ouça o programa Em entrevista no programa Conversa com a Governadora, da Rádio Piratini, Yeda disse que o Bird nos fornece uma consultoria que nós não podemos pagar e que custa caro. E esse trabalho conjunto, prevê Yeda, reforçará a viabilização de grandes programas da sua administração. Na avaliação da governadora, a atuação entre o governo e o Banco Mundial tem como propósito fazer, por exemplo, com que a irrigação seja possível e traga uma produção do agronegócio sustentada e sem sustos e para que a infra-estrutura acompanhe o ritmo de crescimento do Estado. Parceria Segundo Yeda, esse trabalho será em cima de um contrato certo de Parceria Público-Privada, o regime de previdência. Tudo o que vamos precisar, as consultorias do banco vão nos ajudar. Nesta recente visita ao Estado, os técnicos do Banco Mundial encerram a análise dos dados da secretarias da Fazenda e Planejamento e Gestão. Depois, todo esse banco de informações e as propostas do Estado serão examinados em Washington. Segundo Yeda Crusius, as equipes de consultores do Bird são jovens, mas conhecem o mundo e sabem, pelo trabalho que exercem, no que mais e melhor eles podem ajudar, que tenha dado certo e possa ser adaptado ao Rio Grande do Sul. Pagamentos Ao examinar a questão dos salários, a governadora assinalou: Teto, subsídios e carreiras de Estado eu começo a discutir no dia 20 de fevereiro com a Assembléia Legislativa, porque eu quero mostrar para a população o quanto este governo está pagando dos aumentos concedidos no passado. Entre esses pagamentos, Yeda citou os da chamada Lei Britto e os aumentos concedidos nos dois últimos governos. Pela primeira vez, sou eu que estou pagando. Do orçamento para Executivo, Legislativo e Judiciário, de R$ 21 bilhões, a folha de pagamentos em 2007 aumentou em R$ 1 bilhão. Conforme Yeda, 60 mil servidores já ganham aumentos da Lei Britto por decisão judicial. Mas a Justiça não dá mais conta de tantos processos. Faltam 200 mil. Vou propor no dia 20 de fevereiro à sociedade que eu vou pagar para todos. Não precisará entrar na Justiça, anunciou. Os pagamentos – enfatizou – são aumentos acima da inflação.