Painel amplia transparência à situação das filas de espera no SUS por atendimento no Estado
Ferramenta apresenta indicadores atualizados sobre consultas, especialidades e processos regulatórios
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O Painel de Dados da Regulação oferece aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), de maneira transparente, informações atualizadas sobre o acesso aos serviços de saúde regulados pelo Estado. O serviço possibilita a consulta de indicadores e dados relacionados às solicitações e aos processos regulatórios.
A ferramenta foi lançada em setembro de 2025 e atualizada em junho deste ano, reunindo dados sobre as filas de pacientes. Entre outros indicadores, aponta a atual fila geral de pessoas à espera da primeira consulta. Por meio de um ranking, é possível verificar a evolução das dez maiores especialidades, como oftalmologia, ortopedia e reabilitação. O mesmo ocorre com as dez maiores subespecialidades, como oftalmologia geral e reabilitação auditiva, entre outras.
No painel, também está disponível a evolução histórica da lista de espera nos últimos três anos. Os dados apontam que a fila atual é de 612 mil usuários do SUS.
Dados mais acessíveis
É possível verificar, ainda, a fila nas seis especialidades com maior demanda: oftalmologia, ortopedia, cirurgia geral, reabilitação, urologia e otorrinolaringologia. A organização e a apresentação dos dados em painéis tornam as informações mais acessíveis e compreensíveis, permitindo acompanhar os fluxos regulatórios, os indicadores e os indicadores regulatórios.
“Isso fortalece a governança e a prestação de contas, além de reduzir assimetrias de informação entre os diferentes atores envolvidos no processo regulatório”, explica a diretora do Departamento de Regulação Estadual, Suelen Arduin. Ela também destaca que o painel contribui não apenas para conhecer o tamanho das filas, mas também para orientar ações voltadas à redução delas.
“A partir dessas informações, os gestores e profissionais responsáveis pela regulação podem tomar decisões de forma mais qualificada, direcionando esforços e recursos para os locais e especialidades que apresentam maiores necessidades”, detalha Suelen.
Texto: Ascom SES
Edição: Secom