IGP lança Programa de Certificação Digital de Laudos e Documentos
Publicação:
O Instituto-Geral de Perícias (IGP) lança nesta sexta-feira (11) o Processo de Certificação Digital de Documentos, que permite ao órgão usar a assinatura eletrônica em laudos e documentos administrativos, com valor jurídico. O ato de lançamento da nova ferramenta será às 15h, no auditório do IGP (Rua Voluntários da Pátria, 1358, Ala Norte), com a presença do secretário-adjunto da Segurança Pública, Rubens Edison Pinto, do diretor-geral do IGP, Áureo Martins, e de outras autoridades do Estado, peritos e gestores ligados ao IGP.
Na última semana, os coordenadores da Divisão de Tecnologia da Informação do IGP, André da Silva Assis e Hóris Rizzon, e a área de perícias ambientais do Departamento de Criminalística, tiveram um treinamento sobre o processo de certificação digital, oportunidade em que foi apresentada a estrutura da autoridade certificadora e do sistema de repositório conhecido como RDA ou repositório de documentos assinados, desenvolvido pela Procergs com a Autoridade Certificadora do Rio Grande do Sul (AC-RS), que será utilizado para o processo de certificação digital.
O IGP é um dos órgãos pioneiros no governo do Estado a se integrar ao programa de Governo Eletrônico (E-Gov) que a Procergs está desenvolvendo junto a AC-RS, a Secretaria da Fazenda (Sefaz) e o Banrisul, desde 2004. Inicialmente, o lançamento do Programa de Certificação Digital foi feito pela Sefaz e criada uma instituição de certificação digital, que se constitui como uma Autoridade Certificadora dentro da cadeia ICP-Brasil. A sua concepção é oriunda de um projeto realizado pelos três poderes do Estado mais o TCE e MP, coordenado pelo executivo, com a participação da Sefaz e o apoio técnico do Banrisul e Procergs. Seu objetivo é criar uma infraestrutura local que supra a demanda atual e futura de certificados digitais para: Poderes Estaduais, Empresas Públicas e Privadas e Cidadãos em geral.
Através dessas medidas, o Governo do Estado pretende, gradualmente, não ter mais necessidade de emitir documentos em papel, passando tudo para a mídia eletrônica. Entre as vantagens do processo se pode enumerar: diminuição de custo com papel, com o transporte e armazenamento do papel, em combustível e correio. Agrega-se também à economia de custos, o valor ecológico da ferramenta tecnológica ao preservar o meio-ambiente. De acordo com o Hóris Rizzon, há também ganhos que se traduzem na eficiência e agilidade que o processo proporciona, pois uma vez assinado, o documento se torna disponível ao destinatário.