Leite inicia processo para investimento de R$ 37,4 milhões em escola a ser construída em Gravataí
Instituição será a primeira a adotar o modelo inovador e sustentável Escola+, que define os padrões visuais para a Rede Estadual
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O governador Eduardo Leite autorizou, nesta quinta-feira (28/8), o início do processo para a construção de uma nova escola da Rede Estadual em Gravataí, na Região Metropolitana. As titulares das Secretarias de Obras Públicas (SOP), Izabel Matte, e da Educação (Seduc), Raquel Texeira, também participaram do ato. Agora, a empresa selecionada conclui o detalhamento do projeto, com prazo de até quatro meses, e a preparação para o começo dos trabalhos, que devem durar até nove meses. Com investimento de R$ 37,4 milhões, instituição é a primeira a adotar o modelo Escola+, que define os padrões visuais e de construção para a Rede Estadual.
A criação de uma nova escola mostra que o Rio Grande do Sul está diferente. A nova escola se tornou possível após a atual gestão recuperar a capacidade de investimento do Estado e colocar a educação como prioridade pelo governador Eduardo Leite. O propósito do governo é com o futuro do estudante, do professor e da sociedade.
“No primeiro mandato, enfrentamos os problemas crônicos das contas públicas e recuperamos a capacidade de investimento do Estado. Agora, estamos colhendo os frutos desse esforço e superando também os gargalos da burocracia, reorganizando a máquina pública para dar mais agilidade às obras. Essa escola, em Gravataí, é um exemplo do novo momento do Rio Grande do Sul. Com um projeto inovador, sustentável e moderno, que simboliza a prioridade que damos à educação e a confiança de que estamos construindo um futuro melhor para os gaúchos”, afirmou Leite.
A instituição ficará no loteamento Breno Garcia e atende a uma demanda da comunidade, oferecendo os ensinos Técnico e Médio e os anos finais do Fundamental, do 6º ao 9º ano. No terreno de 14,4 mil metros quadrados, serão construídos um prédio de 4,4 mil metros quadrados, além de uma quadra descoberta e um ginásio, que poderá funcionar como abrigo para até 80 pessoas em situações de crise, contando com banheiros e refeitórios.

“É muito especial anunciar a criação de uma escola, ainda mais porque daremos à comunidade do loteamento Breno Garcia um projeto inovador, sustentável e bonito. Os espaços que ergueremos mostrarão a nova realidade da educação gaúcha, que é prioridade de governo e recebe a atenção e os investimentos que necessita”, declarou a secretária Izabel.Os investimentos fazem parte do Plano Rio Grande, programa de Estado liderado pelo governador Eduardo Leite e criado para proteger a população, reconstruir o Rio Grande do Sul e torná-lo ainda mais forte e resiliente, preparado para o futuro.
“A Escola Breno Garcia marca um novo capítulo na educação gaúcha. Vamos entregar muito mais do que uma obra, vamos entregar um espaço preparado para os desafios do nosso tempo. Desde 2009 o Estado não iniciava a construção de uma escola do zero, e hoje retomamos esse compromisso com um projeto conceitual, sustentável e pensado para o futuro”, comentou o vice-governador Gabriel Souza.

A licitação para a construção é integrada, ou seja, a empresa fará o projeto, a partir das especificações da SOP, e construirá as instalações. O investimento integra um conjunto de medidas pensadas para recuperar a infraestrutura escolar que vem sendo adotada desde 2023, no início da atual gestão do governador Eduardo Leite. Como resultado dessa nova realidade, já foram concluídas 453 obras em 396 escolas, com destinação de R$ 140,6 milhões.“Além da infraestrutura, eu estou muito entusiasmada porque a gente espera fazer desta escola um modelo pedagógico de excelência. Estou muito feliz de podermos inaugurar uma escola deste porte em Gravataí”, acrescentou a secretária Raquel.
Tecnologias inéditas

Os prédios da escola do Breno Garcia serão os primeiros totalmente concebidos a partir dos modelos do projeto Escola+, desenvolvidos em um grupo de trabalho integrado pelas SOP, da Seduc e da Comunicação (Secom). Foi a partir desta obra que a SOP criou a Biblioteca de Padrões do Escola+, uma coleção de modelos de ambientes e elementos arquitetônicos replicáveis para usar nas construções, reformas e manutenções dos prédios da educação. Isso reduz o tempo de elaboração de projetos, aumentando o controle de qualidade, facilitando a atualização e diminuindo custos.Os novos padrões foram concebidos com a metodologia Building Information Modeling (BIM), que reúne tecnologias que permitem usar modelos digitais de uma construção de modo colaborativo, integrando todos os participantes de um empreendimento. Por meio dessas maquetes eletrônicas, é possível visualizar os espaços e as mudanças propostas em tempo real, concomitantemente com os outros envolvidos, facilitando a tomada de decisões e otimizando processos. Durante a fase de planejamento, por exemplo, é possível estimar custos e, por meio de simulações, prevenir erros, dando mais confiabilidade aos projetos.
A construção do prédio seguirá o sistema chamado off-site. Como se fosse um jogo de blocos de montar, os elementos de cada ambiente são produzidos em uma fábrica, fora do canteiro de obras, e transportados prontos para “encaixar” nas outras partes. Assim, há menos impacto ambiental e menor geração de resíduos.
Também haverá priorização do uso de materiais sustentáveis, com adoção de soluções pensadas para se obter mais eficiência energética, com conforto térmico, acústico e de iluminação. O projeto arquitetônico é pensado para ser acolhedor e inspirar o aprendizado.
Texto: Ascom SOP e Ascom Seduc
Edição: Secom