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Secretaria da Fazenda divulga novo boletim de monitoramento de preços de alimentos

Valores da cesta estendida, com 65 itens, são avaliados mensalmente pela Sefaz, por meio da Receita Estadual

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Card em fundo cinza, no qual está escrito Receita Estadual ao centro, logo abaixo de um ícone com o desenho do mapa do Rio Grande do Sul com algumas moedas empilhadas sobre ele, uma delas está em pé e tem um cifrão desenhado dentro. No canto inferior direito do Card está a logomarca utilizada pela gestão 2023-2026 do governo do Rio Grande do Sul.
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A Secretaria da Fazenda (Sefaz), por meio da Receita Estadual, publicou a 7ª edição do Boletim de Preços Dinâmicos. Elaborado mensalmente, o documento traz o Preço da Cesta de Alimentos da Receita Estadual (PCA-RE), uma cesta estendida, que conta com 65 itens de consumo alimentar dos gaúchos – mais ampla, portanto, do que a tradicional cesta básica.

Nesta edição especial de verão, há também uma análise específica do Litoral. O levantamento é feito com base nas notas fiscais eletrônicas emitidas pelo varejo e pode ser acessado no site Receita.Doc.

A batata-inglesa liderou a lista de produtos com queda no preço nos últimos 12 meses, tendo seu quilo vendido a R$ 2,99 em janeiro, em média, no Rio Grande do Sul – uma diminuição de 66,59% no período. Repolho (-65,57%), tomate (-44,49%), cebola (-40,08%) e uva (-23,04%) também apresentaram redução nos valores praticados.

Produtos com maiores baixas no RS   últimos 12 meses

Quando a lupa é colocada sobre os maiores aumentos, chama a atenção o preço do café moído. Assim como ocorreu em todo o país, o valor do quilo cresceu 53,46% em janeiro de 2025 em relação a janeiro de 2024. O preço médio ficou em R$ 45,96/kg, o que representa um aumento de 53,46% em relação a janeiro de 2024.

Coxa de frango, azeite de oliva, queijo e pernil também aparecem no ranking de preços que mais subiram.

Produtos com maiores altas no RS   últimos 12 meses

A Receita disponibiliza um aplicativo que permite acompanhar esses valores, auxiliando os consumidores a economizarem. O app Menor Preço Nota Gaúcha, que tem download gratuito, possibilita consulta aos preços vendidos em estabelecimentos próximos. Os dados são informados com base em notas fiscais eletrônicas.

Litoral acompanha tendência de queda

No Litoral, as quedas mais expressivas acompanham o restante do Estado, com repolho, batata-inglesa, cebola e tomate no topo da lista. Em quinto lugar, está o sorvete, um dos produtos muito consumidos nessa região do Estado no início do ano. O valor do quilo ficou em R$ 10,66 em janeiro, o que representa uma queda de 30,08% nos últimos 12 meses.

Produtos com maiores baixas no Litoral   últimos 12 meses

Por outro lado, a bergamota fechou janeiro de 2025 com um preço médio de R$ 13,99/kg no Rio Grande do Sul, o que representa uma alta de 64,21% nos últimos 12 meses. Analisando apenas a região do Litoral, a fruta popular entre os gaúchos é o produto que mais subiu. Em seguida, aparecem o pernil, o café moído, o azeite de oliva e a coxa de frango.

Produtos com maiores altas no Litoral   últimos 12 meses

Cesta mais cara em janeiro

O Preço da Cesta de Alimentos da Receita Estadual (PCA-RE) registrou, em janeiro, uma alta de 0,49% na comparação com o mês anterior, fechando em R$ 286,15. No acumulado dos últimos dozes meses, o acréscimo é de 8,81%.

No recorte por Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes), a Fronteira Oeste apresentou o menor PCA-RE em janeiro, de R$ 271,47. A região das Hortênsias permanece com a cesta mais cara, somando R$ 321,59, apesar de ter registrado a maior baixa mensal (-2,57%). A maior alta no último mês ocorreu na região do Médio Alto Uruguai, onde a elevação foi de 1,77%. Na Região Metropolitana de Porto Alegre (Delta do Jacuí), houve crescimento de 0,24% no PCA-RE.

O Boletim de Preços Dinâmicos da Receita Estadual é uma apresentação sintética de informações dos painéis interativos disponíveis no portal Receita Dados. Os usuários podem fazer consultas e navegar pelos indicadores, podendo acessar também um vídeo tutorial que auxilia no uso dos painéis.

Texto: Ascom Sefaz
Edição: Secom

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