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Vacinação contra aftosa já imunizou 50% do rebanho gaúcho

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A segunda fase da vacinação contra a febre aftosa, iniciada no dia 1º de novembro, já atingiu 40% de cobertura na região Norte e 50% no sul do Estado. A informação é do coordenador do programa na Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Agronegócio
Vacinação contra aftosa já imunizou 50% do rebanho gaúcho

A segunda fase da vacinação contra a febre aftosa, iniciada no dia 1º de novembro, já atingiu 40% de cobertura na região Norte e 50% no sul do Estado. A informação é do coordenador do programa na Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa), Fernando Groff. Até 30 de novembro, cerca de 6 milhões de bovinos e bubalinos com até dois anos devem ser imunizados.

A diferença entre as duas regiões, segundo Groff, se deve à colheita do trigo e ao plantio de soja nas regiões de Passo Fundo e Cruz Alta. As chuvas que castigaram algumas regiões do Estado na semana passada não prejudicaram o trabalho da Seapa. Por enquanto, não há necessidade de prorrogação de prazo, informa ele. Além disso, também não há desabastecimento de vacinas.

Na primeira fase, concluída em maio, a vacinação obteve 97,7% de cobertura de um total de pelo menos 14 milhões de animais, independentemente da idade, superando a meta de 90%.

O governo gaúcho, por meio da Secretaria da Agricultura, está investindo R$ 11 milhões na compra de 8 milhões de doses da vacina entre as duas etapas. Elas são distribuídas gratuitamente a produtores que se enquadram nos critérios do Pronaf e da Agricultura Familiar e têm até cem animais por propriedade.

Mais de mil profissionais da Seapa espalhados pelas coordenadorias regionais participam do serviço. Contam com a ajuda de sindicatos rurais e, em alguns municípios, com grupos de voluntários que se somam à iniciativa.

O pecuarista que adquirir vacina em agropecuárias tem até cinco dias úteis depois do encerramento da campanha para entregar a nota fiscal de compra na Inspetoria de Defesa Agropecuária.  Mesmo se comprou ou retirou de graça a dose, deve comunicar também a quantidade de animais que vacinou. O não recebimento das informações por parte da inspetoria pode fazer com que o rebanho apareça no sistema como não vacinado, estando sujeito a notificações e autuações.

Embora a declaração anual obrigatória seja feita na primeira fase, Groff orienta que o produtor faça uma complementar para atualização do cadastro.

Texto: Daniel Cóssio
Foto: Fernando Dias
Edição: Redação Secom (51) 3210.4305

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