Governo do Estado do Rio Grande do Sul
Início do conteúdo

Apresentação do Programa Qualidade de Vida para Idosos

Publicação:

Obrigada pela presença de todos. Eu sei que andou chovendo nesses dias, caiu um toró há pouco tempo, o sol está chegando. Daqui a pouquinho vem mais água e nós vamos enfrentando cada dia do verão, assim como ele se apresenta, para mostrar, irradiando para todo o Estado - tem gente de todo o Estado aqui em Capão, em Arroio, em Cidreira, no Cassino - o cuidado que nós queremos ter com todos aqueles que vivem no Rio Grande do Sul.

Quero dar boas-vindas para Tramandaí, Capão da Canoa, Cidreira, Arroio do Sal, Osório, Rio Grande, que vieram fazer essa formatura importantíssima. As pessoas, a chamada terceira idade, me lembram uma coisa muito emocionante, que eu ouvi de uma pessoa, quando nós lançamos um programa há muito tempo, no qual ninguém acreditava, que era um programa de cuidado com a pessoa portadora de deficiência. Apareceu um jovem, absolutamente deficiente, mas que resolvia caminhar pelas próprias pernas. Ele abriu a fala dele, difícil de ser entendida, assim: Não nasci deficiente, mas cada um de nós se tornará um deficiente, seja por que vai usar óculos, seja por que não vai conseguir andar, vai ter os 60, 70, dor no ciático e vai ter que cuidar de um portador de deficiência.

As cidades precisam se preparar para isso. Então, aquela frase do rapaz me marcou muito. Vocês viram a Isabel permitindo um momento de construção muito bonito que, a partir de um pedaço de papel, se criam flores e essas flores, na verdade, são coisas que estão dentro de nós e que um pedaço de papel permite transmitir. Mais uma vez, está o governo aqui em Capão da Canoa, um governo que quer cuidar das pessoas. Este é um governo que se montou exatamente para fazer com que aqueles recursos, que são escassos, possam virar mais serviços.

É isso que nós estamos fazendo com o nosso programa geral, chamado Fazendo mais com Menos. Isso já está sendo feito em todas as secretarias. Nós temos uma novidade que está aqui colocada, que é a nossa ouvidora, Ana Piccoli, o nosso ouvidor Paiani. Quem fala assim, ouvidor, o que quer dizer? Quer dizer que, sábado passado, nós viemos aqui caminhar em Capão, lançando a ouvidoria do Estado - é o trabalho que ele fez quando foi até um lugar de uma possibilidade muito efetiva de um confronto que ninguém quer, que era na Fazenda Annoni, onde havia uma reunião do MST, que dias antes havia feito o que eles chamam de uma mística.

Eles foram até a Fazenda Coqueiros, já invadida várias vezes. A Fazenda Coqueiros e a mística são palavras de ordem, é destruir algumas coisas, e houve uma reclamação na Justiça e a Justiça pediu à Brigada que fosse até onde eles estavam na Fazenda Annoni, para cumprir um mandato de apreensão e busca. É a primeira vez que isso acontece dentro da Fazenda Annoni, dentro dos parâmetros da justiça e da paz.

E quem faz isso é o ouvidor, que trabalha como negociador entre um grupo e outro. É isso que o governo tem que ter. O governo tem que ser um ouvidor da sociedade e que todos os instrumentos e poderes que ele tem fazer para sociedade aquilo que a sociedade espera dos seus governantes. Então, aqui está, de novo, o governo. Eu vou citando um por um: Ciência e Tecnologia, nosso Paulo Maciel; Saúde, Osmar Terra, que assume, agora, também, a segunda etapa de inovação do programa de saúde regionalizada para todos - e me autorizou a dizer que, em nome desse programa de atenção especial aos idosos, nós vamos, a partir do final de março, no litoral, ter sete ambulâncias SAMU para atender o idoso em casa.

Isso que evita a fila no posto de saúde, aquelas coisas tão tristes que a gente vê em porta de hospital, às vezes desnecessariamente, por falta de um atendimento mais rápido. Mas principalmente a partir da capacitação. Então, eu quero apresentar para vocês a nossa doutora Sandra Vial, diretora da Escola de Saúde Pública, que, em nome da preparação desse programa que nós estamos elaborando, através dos agentes comunitários de saúde do PSF, ela já capacitou um grupo para atender diferenciadamente o idoso.

Eu sou uma idosa. Eu tive oportunidades na minha vida de me preparar para me tornar uma idosa mais tarde ou com mais saúde, porque eu fiz esporte a vida inteira, até virar governadora. Depois, não deu. Mas eu vou voltar a isso.

Então, vamos fazer a prevenção a esse número extraordinário de idosos que chega com trauma em um hospital, em um pronto socorro. Um dia na vida, a gente não vai mais poder colocar meia em pé, não é? Não vai. A gente vai ter que sentar para colocar a meia. Por que quem já não passou por isso? Aqueles que sabem que têm que se adaptar com qualidade de vida, com alegria, com prazer ao envelhecimento que Deus e a vida nos dá. Falando como esse rapaz, a que eu me referi, eu disse assim: a gente nasce envelhecendo.

Então, essa falha eu briguei com ele, mas tem o Milton Terra, que é coordenador do Programa de Idosos da PUCRS. E eu me apresentei, toda bela e faceira, e ele disse assim: você tem agora que cuidar de fazer o seu programa geriátrico. Eu falei: como geriátrico? Depois dos 30, o programa é geriátrico. Ou seja, te previne de envelhecer sem qualidade de vida e é muito simples. É isso que a gente quer transmitir. Estou aqui com a deputada Zilá Breitenbach, que fez duas gestões como prefeita de Três Passos e alegrou Deus e o mundo porque ela tinha mais da metade do secretariado feito de mulheres. Os homens gostaram. Ela foi uma pessoa extremamente premiada.

O Delson Martini, que é o nosso presidente da CEEE, que está aqui conosco fornecendo aquilo que é preciso para que a praia tenha o verão cultural legal da secretária Monica. Ela anda nas praias, onde não existe o aparato que existe em Capão ou lá no Cassino e está o Delson tendo que levar o gerador, não é? As bandas gastam uma luz que não tem tamanho e a gente não pode tirar a luz da população para fazer o verão cultural, legal, que são bandas chamadas da periferia - hoje ninguém se ofende mais com isso - mas que, quando eu vejo, está todo mundo cantando junto. A Tarsila, minha filha, essa alegria que é dada por Deus e que está nos ajudando aqui como presidente do Comitê da Ação Solidária que faz, desde o inverno, até todas as ações quando chove muito, enfim. Ação solidária, Tarsila que toma conta. Ela é a primeira filha, porque não tem primeira dama para uma governadora mulher.

O nosso deputado estadual Pedro Westphalen, companheiro de todas as horas, foi nosso secretário de Ciência e Tecnologia. Nós temos o nosso vice-prefeito, que assinou conosco em nome do Jairo, o comandante Rubens Bordini. Ele é o nosso vice-presidente do Banrisul, também para tentar atender todo o Estado naquilo que o Banrisul pode atender. E o poderoso que vocês não conhecem ainda pelo poder que tem, mas é o meu secretário Ariosto Culau, que está ali atrás do nosso vice-prefeito. Ele é poderoso porque ele toma conta do orçamento do Estado. O orçamento regionalizado foi ele que elaborou por projetos - é ele que está na ponta.

Eu apresentei para vocês a ouvidora e o ouvidor. A Sandra, estou apresentando para vocês o Piccoli, que é da Procergs, a quem eu pedi que amplie os espaços que a Procergs alcança e baixe o preço da Procergs, não é? Eu quero que ele baixe o preço da Procergs. A nossa Maria Helena Gonzales, que é da Coordenadoria da Mulher. Eu estou olhando, como vocês, cada um dos estandes que tratam da atenção ao idoso, à primeira infância, a banhistas - a Polícia Civil, a Brigada Militar, o IGP, a CEEE - estamos ali com todos os serviços do governo para mostrar para vocês na praia aquilo que nós estamos mostrando na nossa programação de hoje.

O Luiz Irineu Schenkel, com o nome que está aqui se apresentando é italiano. Japonês. Eu queria aprender alemão com ele, mas não dá tempo. É alemão típico da nossa colonização. Ele é prefeito de Nova Petrópolis. Ele trouxe, agora, um grupo de 40 pessoas para estarem aqui no litoral conosco, aprendendo, na verdade, a conhecer uns aos outros, que é isso a coisa mais importante que a gente faz no dia-a-dia e que tem que fazer mais intensivamente ainda no veraneio.

Tem o Paulo Fona, o secretário de Comunicação. Ele não tem trabalho nenhum. Ele é porta-voz. Ele não tem trabalho nenhum. Vocês viram bem por 2007 o que é ser porta-voz de um governo que faz mudanças, firma, determina e segue no rumo das mudanças. A nossa amiga Isabel, que veio aqui fazer a nossa manifestação de dentro - a minha amiga de sempre.

Essa é a sobrinha neta da Sandra Terra. Parabéns à família. A primeira bisneta da Sarita, estou certa? Sarita Terra. A minha coordenadora regional da educação, a Carmen, desta região inteira. Eu vou mostrar que as pessoas que cuidam de nós e de vocês estão aqui. Então, a Noalda está ali sentada. A Emater é a nossa extensão rural, que está lidando com a questão da irrigação. Como vocês estão acompanhando, se a gente não cuidar da água e se não preservar a água e separar aquela que é para o uso humano daquela que pode ser irrigação e uso animal, nós vamos estar deixando de fazer bem feito.

Se não chover o suficiente daqui até abril, lá entre São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais vai faltar luz. Então, nós temos que ter cuidado natural da terra com a água. E a preservação é aquela que faz com que o ciclo da vida vá se reproduzindo, se perpetuando. É esse cuidado que os formandos vão ter de divulgar exatamente o que significa: cuidado com o ambiente, para mim, é um momento muito especial dessa nossa vinda aqui.

Tem estande do Meio Ambiente - vocês todos vão estar lá a postos para resolver qualquer pergunta e qualquer dúvida. E tem o Conselho do Idoso, que é aquele que, junto com o governo mais a sociedade, serve para determinar as maneiras pelas quais a gente faz a política do idoso. Ah, claro, tem a Fundergs. Tem a Faders. Tem mais uma fundação aqui. Delegacia do Idoso. O modo de governar é aquele que não tem problema em dizer que tem problema, mas ele diz que tem solução.

Vamos localizar o problema e somar as forças para ter solução para aquele problema. Nós fazemos isso, então, de um modo transversal com todos trabalhando pelo envelhecimento sadio, alegre. Estamos todos trabalhando para aquilo que faz a diferença, uma delas do Rio Grande do Sul para o restante do Brasil. É o numero de pessoas idosas crescendo muito mais do que o número de jovens. Então, o que eu quero dizer é que nós queremos dar um equilíbrio. Cuidar do idoso é permitir que ele entenda e cuide do jovem também. Transmitir ao jovem aquele aprendizado que ele teve da vida, da profissão, da escola, da família.

Se o jovem entender bem - hoje, é o idoso de amanhã - e, quanto mais ele enxergar o idoso de hoje bem tratado, alegre, feliz, reproduzindo conhecimento, mais ele vai achar que vale a pena viver. Então, ele vai se afastar dos perigos atuais da juventude, que estão, na verdade, reduzindo muito rapidamente a população de jovens entre nós, com mortes por causa violenta, seja pelas estradas, seja pelas cidades e as suas motos, os atropelamentos, mas em muitos homicídios, porque eles estão se concentrando na população de homens entre 18 e 24 anos.

Vamos todos juntos, como foi que disse o Ministério da Saúde, o nome do Temporão aqui entre nós, vamos unir os nossos esforços a favor da vida e vamos dar visibilidade para a vida dos idosos. Envelhecer bem significa que hoje a gente vê aquele passo para amanhã dar outro e depois dar outro em nome da qualidade de vida. E hoje é dizer: para nós, na área da saúde, continua a primeira infância como foco, mas incluímos como foco para este ano a qualidade de vida pelo envelhecimento com alegria, com saúde, com educação e com participação social. Então, muito obrigada a todos. Se eu falhei em dar mais um dos estandes que estão aqui, vamos visitá-los.

Portal do Estado do Rio Grande do Sul