Avança processo de regeneração de áreas degradadas na Mina de Candiota
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Já são visíveis os resultados do processo de regeneração das áreas degradadas com a extração do carvão na Mina de Candiota, da Companhia Riograndense de Mineração (CRM). Espaços como o Viveiro Jerivá e a malha II tiveram maior atenção e a companhia se consolida no cuidado ao Meio Ambiente expressando comprometimento com a causa. O empenho da equipe gerenciada pelo engenheiro agrônomo Marcel Fróes foi relatado ao presidente da empresa, Elifas Simas, que verificou os locais. No viveiro, ele observou que nos últimos anos o trabalho foi triplicado, contando agora com três estufas que abrigam as mudas nativas destinadas ao plantio para a comunidade.
Somente na Semana do Meio Ambiente, realizada entre 5 e 7 de junho em Candiota, foram distribuídas quase 500 mudas para aqueles que visitaram o estande da CRM no Ginásio Municipal. Nossa área ambiental está melhorando e muito. Só tenho a elogiar o trabalho da equipe, destacou o presidente. Simas sugeriu que o viveiro fosse melhorado ainda mais com o plantio também de espécies frutíferas e floríferas.
O presidente esteve também na malha II - que era um passivo ambiental - onde a colocação da argila vermelha e calcário recupera o solo, tornando-o fértil. Na terra vegetal estão sendo plantadas gramíneas e arbóreas. A área de 20 hectares já está 25% recuperada, e até o final do ano deve atingir os 100%. A extração do carvão é obrigatória, mas a recuperação das áreas que degradamos é fundamental, assinalou o presidente. Uma visita à área de plantio de algumas espécies também foi realizada pelo grupo.
O engenheiro Marcel Fróes explicou que o processo vem respondendo às expectativas de cada hectare de terra vegetal gerar 1,5 hectare sem nenhum desperdício. Segundo ele, a abertura de açudes no espaço da malha II proporciona a atração da fauna, indispensável para o ecossistema.
Texto e foto: Leonardo Nunes
Edição: Redação Secom (51) 3210.4305