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Estado encerra foco de gripe aviária após 28 dias sem registro de mortes de aves na Reserva Ecológica do Taim

Secretaria da Agricultura conduziu ações de vigilância ativa e educação sanitária na região

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A fotografia colorida mostra um homem operando um drone em uma área natural de preservação, sob um céu nublado.

Detalhes da cena:

O operador: Um homem de cabelos grisalhos e óculos é visto de costas e de perfil, do lado direito da imagem. Ele veste um macacão cinza de trabalho com as palavras "Defesa Agropecuária" impressas em branco nas costas. Ele segura e opera um controle remoto com tela integrada.

O drone: Um drone quadricóptero de cor escura está voando no ar, posicionado na parte superior central da imagem, contra as nuvens cinzas e brancas.

O ambiente: A cena ocorre na Estação Ecológica do Taim. O homem está em pé sobre um trapiche (pier) de madeira rústica que se estende em direção a uma grande lagoa de águas calmas. A vegetação nas margens é rasteira e verde, com algumas áreas de areia clara.

O horizonte: Ao fundo, a linha do horizonte divide a lagoa do céu densamente nublado, transmitindo uma sensação de vastidão e isolamento natural.

Iluminação: A luz é difusa e natural, típica de um dia encoberto, o que suaviza as cores da paisagem e destaca os elementos tecnológicos (drone e controle) em meio ao ambiente rústico.
Drones foram utilizados para observar aves silvestres na Reserva Ecológica do Taim - Foto: Fernando Dias/Ascom Seapi

Após 28 dias sem registro de aves mortas, o governo do Estado, por meio da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), encerrou, nesta quinta-feira (16/4), o foco de influenza aviária de alta patogenicidade (gripe aviária) registrado em 28 de fevereiro, em Santa Vitória do Palmar. Na ocasião, foi constatada a morte de aves silvestres da espécie Coscoroba coscoroba, conhecidas como cisne-coscoroba, na Reserva Ecológica do Taim.

A partir da confirmação do foco, a Seapi mobilizou equipes para a região de Santa Vitória do Palmar, conduzindo ações de vigilância ativa e de educação sanitária em parceria com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). 

As equipes designadas utilizaram barcos e drones para o monitoramento de aves silvestres na Reserva Ecológica do Taim, com o foco de identificar sinais clínicos nos animais ou a ocorrência de aves mortas. Foram realizadas 95 ações de vigilância em propriedades, localizadas no raio de 10 quilômetros a partir do foco, que contam com criações de aves de subsistência. Além disso, foram feitas 22 fiscalizações em granjas avícolas localizadas em municípios da região, para verificar as medidas de biosseguridade adotadas.

Equipes da Seapi e do ICMBio também utilizaram barcos para vigilância ativa na reserva   Foto Fernando Dias
Equipes da Seapi e do ICMBio também utilizaram barcos para vigilância ativa na reserva - Foto: Fernando Dias/Ascom Seapi

Ações de educação sanitária junto a produtores rurais, autoridades locais e agentes comunitários de saúde e de controle de endemias também integraram o plano de atuação da Seapi na área do foco. Foram conduzidas 143 atividades educativas.

“Por se tratar de uma área de risco permanente, continuamos com o monitoramento de ocorrências na Reserva Ecológica do Taim, em conjunto com o ICMBio”, complementa o diretor do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Seapi, Fernando Groff.

Sobre a gripe aviária e notificação de casos suspeitos

A influenza aviária, também conhecida como gripe aviária, é uma doença viral altamente contagiosa, que afeta, principalmente, aves, mas também pode infectar mamíferos, como cães e gatos, outros animais e, mais raramente humanos.

Entre as recomendações, orienta-se que as pessoas não se aproximem ou tentem socorrer animais feridos ou doentes, bem como evitem contato com animais mortos. Todas as suspeitas de influenza aviária, que incluem sinais respiratórios ou neurológicos, além de mortalidade alta e súbita em aves, devem ser notificadas imediatamente à Seapi, na Inspetoria de Defesa Agropecuária mais próxima, ou pelo WhatsApp (51) 98445-2033. 

Texto: Ascom Seapi
Edição: Secom

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