Governo do Estado apresenta análise preliminar de pesquisa sobre ambientes de inovação no South Summit Brazil
Painel integrou a programação do RS Innovation Stage, palco do governo no evento
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O governo do Estado, por meio da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict) e da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG), apresentou, nesta quarta-feira (25/3), a análise preliminar de uma pesquisa sobre impactos econômicos dos ambientes de inovação gaúchos no RS Innovation Stage, palco do governo no South Summit Brazil. O governo estadual é correalizador do evento, que segue até sexta-feira (27/3), no Cais Mauá, em Porto Alegre.
A diretora de Ambientes de Inovação da Sict, Andréia Dullius, destacou que a pesquisa busca entender a relação dos ambientes de inovação com a geração e o apoio a empreendimentos de base tecnológica. “Nosso objetivo é verificar se as políticas públicas de inovação estão sendo efetivas a partir dos investimentos do governo em ambientes de inovação”, ressaltou.
O diretor do Departamento de Economia e Estatística (DEE) da SPGG, Tomás Fiori, salientou a importância de produzir um diagnóstico mais aprofundado do ecossistema de inovação do Rio Grande do Sul. “Com esse trabalho, podemos buscar melhorias, obter um enfoque regionalizado e analisar a retenção de capital humano”, pontuou.
O pesquisador do DEE, Rodrigo Morem, explicou que a pesquisa é conduzida em conjunto por técnicos da Sict e da SPGG, sendo dividida em três relatórios. O primeiro foi lançado em 2023, em parceria com o Instituto Caldeira, e apresentou um panorama das startups gaúchas. Os outros dois devem ser lançados em 2026, com foco no ecossistema de inovação do Rio Grande do Sul e nos ecossistemas regionais de inovação, respectivamente.
“Um grande diferencial desse trabalho é a pesquisa de campo, que permite trazer novas informações e aprofundar as análises”, frisou Morem. O pesquisador afirmou que o diagnóstico preliminar aponta que o ecossistema de inovação gaúcho é bem desenvolvido para os padrões nacionais, mas intermediário em termos internacionais, com necessidade de fortalecer as capacitações tecnológicas dos atores para intensificar esse processo.
Texto: João Felipe Brum/Ascom Sict
Edição: Secom