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Governo do Estado lança o Cuca Legal, programa de combate à depressão e ao uso de drogas

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De uma participação discreta no combate a problemas sérios como a depressão e o uso de drogas, o Governo do Estado está decidido a partir para uma forma mais objetiva de intervenção através de parcerias com entidades civis e municípios. Para tanto, foi lançado hoje (23) à tarde, em solenidade no Salão Alberto Pasqualini, do Palácio Piratini, o Programa Cuca Legal que nasce já com o apoio de entidades como a Fundação de Incentivo à Pesquisa em Álcool e Drogas (Fipad) e Cruz Vermelha. O governador Germano Rigotto afirmou que a meta é instalar 50 centros de atendimento especializados nos maiores municípios do Estado: Neste ano, já estaremos com 20 unidades, cada uma recebendo R$ 10 mil mensais para o atendimento de sua estrutura, afirmou. Através do convênio com o Fipad, será possível a capacitação de 600 profissionais que formarão equipes multidisciplinares especializadas, com psiquiatras e psicólogos. Os centros também serão capacitadores dos profissionais do Programa Saúde da Família e de professores da microrregião. O Cuca Legal é importante principalmente em função de índices preocupantes que colocam cidades como Porto Alegre na liderança nacional no ranking dos usuários regulares de drogas ilícitas (maconha, cocaína) além de álcool e tabaco. Acredito que em outros estados a situação seja semelhante e, em muitos casos, pior do que o nosso. Precisamos destacar que nossas pesquisas foram realizadas com muito mais precisão técnica do que em outras regiões do país. Mas mesmo assim os parâmetros nos estimularam a incentivar e investir em um programa desta natureza, explicou o governador. O Cuca Lega, integrará projetos de diversos serviços e organizações que atualmente funcionam - públicas e privadas - reforçando e ampliando os já existentes Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e os Núcleos de Atenção Psicossocial (Naps). Nosso governo decidiu proteger a família e sabe que os problemas que aqui decidimos enfrentar são responsáveis diretos pela desagregação e pela desestruturação familiar. Também geram violência, diminuem a qualidade de convivência, consomem a vida de muitos jovens e resultam em demandas tardias em todos os setores da saúde pública, afirmou Rigotto em seu pronunciamento. Participaram do evento, o secretário da Saúde, Osmar Terra, o presidente da Fipad, Angelo Martinez Campana, o diretor técnico Sérgio de Paula Ramos, o presidente da Cruz Vermelha, irmão Avelino Madalozzo, o presidente da Associação Nacional de Justiça Terapêutica, Ricardo de Oliveira Silva, o presidente do Conselho Estadual de Entorpecentes, Antônio Damatta e os deputados estaduais, Luiz Fernando Záchia e Marco Alba.
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