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Governo do Estado reconhece produtores de arroz por práticas sustentáveis com pagamento por serviços ambientais

Iniciativa prevê investimento de R$ 6 milhões e remunera os contemplados com o Selo Ambiental nas categorias Ouro e Prata

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Uma fotografia colorida em plano geral e perspectiva ao nível dos olhos capta a comitiva de gestores, autoridades e representantes do setor orizícola reunidos num gabinete institucional para a assinatura de reconhecimento e pagamento por serviços ambientais a produtores de arroz sustentável.   As Autoridades e o Grupo (ao centro e em primeiro plano):No centro da composição, dez pessoas posam alinhadas lado a lado em pé sobre a alcatifa bege do gabinete. Ao centro, a secretária do Meio Ambiente e Infraestrutura, Marjorie Kauffmann, sorri de óculos, blazer preto sobre blusa escura com estampa às bolinhas brancas, segurando com ambas as mãos o documento oficial assinado.   À sua direita (à esquerda do observador), encontram-se quatro participantes: um homem de camisa casual azul-escuro nas mangas dobradas e jeans. Uma mulher de blusa preta de mangas compridas e calças jeans claras. Um gestor de fato escuro e camisa social branca.Uma mulher de blusa azul-escura acetinada com cinto claro e calças sociais escuras.À sua esquerda (à direita do observador), alinham-se outros cinco integrantes:Um homem de casaco/blazer castanho sobre camisa clara e calças jeans.Uma gestora em destaque com um terno/fato completo em tom azul-bic/azul-vibrante.Um representante de camisa social cinzento-clara e calças claras.Uma mulher de blazer escuro sobre top preto e calças jeans.Um homem na extremidade direita vestindo camisa social branca e calças pretas.O Gabinete e a Iluminação (ao fundo):Ao fundo, a sala apresenta paredes em tom cinzento-claro com dois armários/estantes de madeira em tom claro dispostos nas laterais.   Entre as estantes, sobressai um quadro decorativo emoldurado com ilustrações coloridas e, no canto superior esquerdo da parede, um aparelho de ar condicionado do tipo split branco.   Em primeiro plano e nas extremidades laterais do espaço, observam-se sofás de couro/material sintético preto e encostos de cadeiras de escritório pretas.   A iluminação no teto é dada por calhas de lâmpadas fluorescentes embutidas, proporcionando uma luz clara e uniforme sobre o grupo.
Produtores reconhecidos por boas práticas agrícolas receberão parcela-base e pagamento vinculado à redução de emissões - Foto: Ascom Irga

O governo do Estado, por meio do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) e o Ministério Público (MP), assinou, em setembro, acordo previsto em edital para a implementação do Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) voltado à cultura do arroz, com investimento de R$ 6 milhões. O tema ganha ainda mais relevância neste sábado (31/10), Dia Internacional do Arroz. O Rio Grande do Sul responde por 70% do grão produzido no Brasil.

Pioneira no Rio Grande do Sul e entre as iniciativas direcionadas à produção de grãos no país, a ação estabelece uma relação direta entre boas práticas agrícolas, preservação ambiental e reconhecimento financeiro. Serão beneficiados produtores contemplados com o Selo Ambiental do Irga, nas categorias Ouro e Prata, que adotam técnicas sustentáveis no cultivo e no manejo do arroz irrigado.

A iniciativa reforça a valorização de propriedades que incorporam a sustentabilidade à atividade produtiva e reconhece economicamente serviços ambientais associados a esse modelo de produção.

Reconhecimento que chega ao produtor

O pagamento previsto pelo PSA será formado pela soma de duas parcelas: uma parcela-base, estabelecida de acordo com a categoria alcançada no Selo Ambiental do Irga, e uma parcela variável, vinculada à redução das emissões de gases de efeito estufa.

Na parcela-base, os produtores enquadrados na categoria Selo Ouro receberão R$ 8.924,72, enquanto aos contemplados com o Selo Prata serão destinados R$ 6.693,54.

A esse montante será acrescida a parcela variável, calculada conforme as toneladas de dióxido de carbono equivalente que deixarem de ser emitidas. Para cada tonelada de CO₂ equivalente evitada (tCO₂e), o valor estabelecido é de R$ 70.

Dessa forma, além do reconhecimento proporcionado pelo Selo Ambiental, o mecanismo passa a atribuir valor econômico às práticas que contribuem para a redução de emissões, associando desempenho ambiental e retorno financeiro ao produtor.

Texto: Ascom Irga
Edição: Secom

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