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Governo Leite desenvolve maior programa de desassoreamento de rios e arroios da história do RS com 221 municípios beneficiados

Com investimento de mais de R$ 300 milhões, programa já removeu 4,2 milhões de metros cúbicos de sedimentos

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Foto de retroescavedeira e caminhão em trabalho remove material do leito do Arroio João Corrêa, em São Leopoldo
Trabalho remove material do leito do Arroio João Corrêa, em São Leopoldo - Foto: Divulgação/Consórcio Desassorear

O governo do Estado segue avançando com o Desassorear RS, iniciativa que já alcança 221 municípios e se consolida como o maior programa de desassoreamento de rios e arroios da história do Rio Grande do Sul. Com investimento superior a R$ 300 milhões, viabilizado por meio do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), a ação já removeu cerca de 4,2 milhões de metros cúbicos de sedimentos dos leitos de cursos d’água em todo o Estado.

Até o momento, os trabalhos foram concluídos em 154 municípios. Em outros 51, as equipes seguem em operação, com máquinas em campo. O programa tem como principal objetivo ampliar a capacidade de vazão de rios e arroios, reduzindo os riscos de alagamentos e minimizando os impactos provocados por eventos climáticos extremos.

Integrante do Plano Rio Grande, estratégia liderada pelo governador Eduardo Leite voltada à reconstrução do Estado e ao fortalecimento da resiliência urbana, o Desassorear RS tem apresentado resultados concretos, especialmente em municípios atingidos pelas enchentes de 2023 e 2024, onde o assoreamento dos cursos d’água agravou os efeitos das cheias.

Para o secretário de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, Davi Severgnini, o programa representa um avanço significativo na preparação das cidades para enfrentar novos eventos climáticos.

“Estamos promovendo uma ação estruturante, que atua diretamente na prevenção de alagamentos e na proteção das comunidades. O Desassorear RS alia planejamento, investimento e atuação integrada com os municípios, garantindo mais segurança à população e contribuindo para a construção de cidades mais resilientes e preparadas para o futuro”, destacou.

Antes da atual gestão, o Estado não contava com um programa estruturado e contínuo de desassoreamento. Ao completar 16 meses desde o início das operações, o Desassorear RS se firma como uma das principais iniciativas voltadas à prevenção de desastres, à proteção das cidades e ao fortalecimento da resiliência urbana, reforçando o compromisso do Rio Grande do Sul com um planejamento integrado e cada vez mais preparado para enfrentar os desafios climáticos atuais e futuros.

Desassorear avança na Região Metropolitana

Na Região Metropolitana, o programa já apresenta resultados importantes. As intervenções foram totalmente concluídas nos municípios de Alvorada, Guaíba e Santo Antônio da Patrulha; enquanto seguem em andamento em Canoas, Gravataí, Novo Hamburgo, Eldorado do Sul e Glorinha. 

Em São Leopoldo, o Desassorear RS também avança com resultados expressivos. Já foram retirados 14 mil metros cúbicos de sedimentos no município. As obras foram concluídas no Arroio João Corrêa, nas proximidades da Casa de Bombas, e no Arroio Kruse, enquanto seguem em andamento no Arroio Gauchinho.

De acordo com o prefeito do município, Heliomar Franco, até o ano de 2025, São Leopoldo não possuía convênio com o governo do Estado para ações de desassoreamento. Essa parceria só se tornou possível com a criação do programa Desassorear RS. 

“Mais do que uma ação pontual, o desassoreamento faz parte de uma estratégia contínua de enfrentamento às cheias e adaptação às mudanças climáticas. Essa é uma medida preventiva, que muitas vezes não aparece tanto quanto grandes obras, mas que faz toda a diferença no dia a dia dos moradores. Estamos falando de proteger casas, preservar ruas, evitar prejuízos e, principalmente, cuidar da vida das pessoas", ressaltou .

Com atuação integrada entre o Estado e os municípios, o programa segue ampliando sua presença em diferentes regiões, contribuindo para a melhoria da drenagem urbana, a redução de riscos e a reconstrução de áreas impactadas por eventos climáticos extremos no Rio Grande do Sul.

Texto: Paulo César Pedroza/Ascom Sedur
Edição: Secom

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