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Governo Leite prepara série de atividades para marcar os dois anos de reconstrução e recomeço pós-enchente de 2024

Desde a catástrofe, o Plano Rio Grande já garantiu R$ 13,9 bilhões para tornar o RS mais preparado para eventos extremos

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Plano Rio Grande
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Para marcar os dois anos de reconstrução e recomeço após a enchente histórica que atingiu o Rio Grande do Sul em 2024, o governo do Estado promoverá, de 29 de abril a 7 de maio, a programação “Plano Rio Grande: dois anos de recomeço, o caminho da resiliência”. O cronograma reúne uma série de atividades em municípios severamente afetados e busca relembrar os impactos do desastre, conscientizar e disseminar a cultura de prevenção e preparação para novos eventos meteorológicos extremos e mostrar as ações de reconstrução e retomada, destacando o avanço do Estado para enfrentar episódios semelhantes. O governo entende que esse é, também, um momento de reflexão, para colocar em evidência o impacto das mudanças climáticas e a necessaria de preparação de todos - governos e sociedade - para eventos extremos.

Nas atividades, estão contempladas a primeira edição do Dia Estadual em Memória das Vítimas da Enchente de 2024, da Semana Estadual de Prevenção aos Desastres Socioambientais e do Dia Estadual de Enfrentamento à Emergência ClimáticaAs três datas foram instituídas em 2025 por leis sancionadas pelo governador Eduardo Leite e reforçam tanto a solidariedade às vítimas quanto a agenda de enfrentamento das emergências climáticas.

Programação

A abertura da programação ocorrerá em 29 de abril, no monumento do Cristo Protetor, em Encantado, com o Ato em Memória do Maior Desastre da História do Rio Grande do Sul. A data marca o registro das primeiras mortes causadas pelas inundações de 2024. O evento tem como objetivo homenagear as vítimas e prestar solidariedade às famílias atingidas.

Entre 1º e 7 de maio, será realizada a primeira Semana Estadual de Prevenção aos Desastres Socioambientais, período que corresponde ao auge da tragédia em 2024. Nesta edição, haverá uma série de atividades chamada Caminho das Águas e reunirá ações presenciais e virtuais em diferentes municípios afetados.

As atividades terão início na região Central do Estado e seguirão no Vale do Taquari, na Serra, na Região Sul e na Região Metropolitana, em uma sequência que reproduz o avanço das enchentes. A proposta é fazer referência ao trajeto percorrido pelas águas durante o desastre.

A programação inclui ações voltadas às comunidades, com participação de diversas secretarias estaduais. Também participará o Comitê Científico de Adaptação e Resiliência Climática do Plano Rio Grande. Estão previstos treinamentos, capacitações, seminários, painéis e o lançamento de um livro, entre outras atividades.

O início do Caminho das Águas, em 4 de maio, coincide com o Dia Estadual de Enfrentamento à Emergência Climática. Na data, serão abordados temas como planos de contingência e ferramentas para fortalecer a resiliência dos municípios.

O encerramento ocorrerá em 7 de maio, em Porto Alegre, com a Reunião de Preparação para Próximos Eventos Climáticos. Na ocasião, será apresentado um balanço das ações de preparação e proteção contra cheias. O governo do Estado coordena uma articulação multinível para enfrentar possíveis eventos adversos previstos para o segundo semestre, associados ao fenômeno El Niño.

Plano Rio Grande

Com investimentos em diferentes áreas, o Plano Rio Grande já soma R$ 13,9 bilhões entre valores pagos, empenhados e aprovados por meio do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs). Para além de projetos voltados à reconstrução de estruturas e lugares atingidos, o programa resgata vidas e trabalha na construção do futuro do Estado. Hoje, o Rio Grande do Sul conta com um conjunto estruturado de ações que ampliam sua capacidade de resposta e prevenção, tornando-o mais resiliente. Essa transformação não se limita à gestão de riscos climáticos, mas fortalece a economia, a infraestrutura e a capacidade institucional, preparando o Estado para enfrentar desafios e sustentar seu desenvolvimento nos próximos anos. O Rio Grande do Sul e o Brasil nunca tiveram, até aqui, um plano estruturado com essa finalidade.

Texto e edição: Secom

 

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