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Indústria de laticínios investe em unidade localizada em Passo Fundo

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O Rio Grande do Sul terá, a partir desta segunda-feira (21), novo empreendimento: a indústria de laticínios Goiás Minas Indústrias de Laticínios (Italac)que teve oficializada sua instalação no Estado, durante audiência com a governadora Yeda Crusius. A fábrica, que terá sua sede em Passo Fundo, promove em sua primeira fase cerca de 200 empregos diretos e mil indiretos. O investimento da Italac na construção da nova fábrica será de R$ 60 milhões. Quando a Italac estiver funcionando em caráter definitivo, o número de empregos diretos chegará a 400 e indiretos a aproximadamente 3 mil. Com certeza a vinda da Italac para o Rio Grande fará o diferencial, especialmente na região de Passo Fundo, que hoje possui uma das mais importantes bacias leiteiras, afirmou Yeda. A governadora destacou que o momento para a vinda da Italac para o Estado não poderia ser mais adequado, pois o Rio Grande do Sul se prepara para ter uma bacia leiteira de porte, o que já vem ocorrendo. Segundo Yeda, a empresa com sede em Goiás e ramificada em vários estados, se insere no mesmo projeto de modernização que o governo estadual prevê para a vinda e instalação de novos empreendimentos. Emprendimentos O secretário de Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais, Nelson Proença, ressaltou a importância da vinda da Italac para o Estado. Depois de 10 anos, o Rio Grande do Sul volta a receber aval para novos empreendimentos. De acordo com Proença, o projeto de instalação da empresa de laticínios se enquadra perfeitamente no que a governadora determinou que fossem os caminhos prioritários que o Rio Grande deve seguir para retomar seu desenvolvimento, o que significa ter como meta o ajuste fiscal e termos em três anos o Estado ajustado - depois de 30 anos - e, ao mesmo tempo, executarmos o programa de investimentos. Conforme o secretário, o programa de desenvolvimento planejado pelo governo estadual prevê condições prioritárias e uma delas é a atração de investimentos que venham agregar valor ao produto primário. É o caso do investimento da Italac, acrescentou Proença, porque a cadeia do leite beneficia o pequeno e médio produtor rural, ou seja, agrega valor ao produto primário. O presidente da Italac, Cláudio Teixeira, informou que a empresa está entre as seis maiores do país no setor e que há um ano a direção avaliava a vinda para o Rio Grande do Sul, devido à produção do leite de qualidade e por ser um importante mercado consumidor. Conforme Teixeira, a empresa possui indústrias no Pará, Rondônia, Goiás, Minas e São Paulo. Queremos bater todos os recordes de instalação da fábrica no Rio Grande do Sul e para isso vamos iniciar e finalizar a primeira etapa imediatamente. Nesta fase serão gerados cerca de 200 empregos diretos - e, quando finalizado o projeto, serão 400 a 500 empregos. A empresa vai produzir leite longa vida, achocolatados, creme de leite, leite condensado e leite em pó. Estiveram presentes o deputado federal Beto Albuquerque, os deputados estaduais Luciano Azevedo, Giovani Cherini e Gilmar Sossela, os prefeitos Adilson Dipp, de Passo Fundo, e Flávio Lammel, de Victor Graeff, o presidente da Câmara de Vereadores de Passo Fundo, Luiz Miguel Scheise, o presidente da Associação Comercial e Industrial de Passo Fundo, Paulo Serena, os diretores da Fiergs, Frederico Durr e Torvaldo Marzolla e os secretários de Comunicação Social, Paulo Fona, e da Casa Civil em exercício, Arnaldo Knay.
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