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Museus do Estado têm programação especial em maio

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A comemoração, deste ano, do Dia Internacional dos Museus, 18 de maio, será marcada, durante todo o mês de maio, pela programação das instituições museológicas da Secretaria de Estado da Cultura, sob a coordenação do Sistema Estadual de Museus. O (SEM) participa do processo de construção da Política Nacional de Museus e da criação do Sistema Brasileiro de Museus. Criado em janeiro de 1991, o SEM tem como objetivo a sistematização e implementação de políticas de integração e incentivo aos museus de todo o Estado. Sob a coordenação da professora Simone Flores Monteiro, o Sistema atua em sete regiões, sediadas em Porto Alegre e nos municípios de Caxias do Sul, Passo Fundo, Ijuí, Santa Maria, Dom Pedrito e Pelotas. No total, existem cerca de 300 instituições em todo o Estado. Pelo fato de atuar voltado para valorizar as memórias e identidades locais, regionais e nacionais, o SEM comemora o Dia Internacional dos Museus divulgando parte do trabalho das instituições da Sedac. MEMORIAL DO RIO GRANDE DO SUL: (Rua Sete de Setembro, 1020 / Contato: 3225-8490 E-mail: memorial@via-rs.net) Horário de visitação: de segunda a domingo, das 10h às 19h. Criado em setembro de 1996, por meio de um convênio entre os Governos Federal e Estadual, o Memorial foi instalado no antigo prédio dos Correios e Telégrafos. O acervo, que reúne objetos, mapas, gravuras, fotos, livros, imagens iconográficas e depoimentos sobre os principais fatos ocorridos no Rio Grande do Sul, está exposto através de uma museografia moderna. Programação: - Oficina de Confecção de cerâmica Tupi-Guarani e Visita Guiada sobre os Povos Indígenas para os alunos de ensino fundamental. - Visitas guiadas sobre Os Negros no Rio Grande do Sul, que visam proporcionar maior entendimento sobre a escravidão e o resgate da cultura dos africanos. MUSEU ANTROPOLÓGICO DO RIO GRANDE DO SUL - MARS: (Rua dos Andradas, 1234 Contato: 3228-9420 mars@cultura.rs.gov.br) Horário de visitação: das 14 horas às 17 horas. Criado em 1978, o MARS tem o objetivo de preservar os diversos aspectos culturais do Estado e também de realizar pesquisas antropológicas e arqueológicas com a finalidade de obter material para o seu acervo. Programação: - Apoio ao Projeto Lanceiros Negros. MUSEU ANTROPOLÓGICO DO RIO GRANDE DO SUL -MARSUL (Estrada RS 020 Km 58 - Taquara RS Contato: 542-1553) Horário de visitação: de terças a domingos, das 8h30 às 17h30. Localizado em uma área verde de aproximadamente 10 hectares, o Mars foi criado em 12 de agosto de 1966. Com um acervo formado, em sua maioria, por artefatos cerâmicos e líticos, contando também com objetos feitos de ossos, conchas e outras matérias-primas, o museu é ligado ao Programa Nacional de Pesquisas Arqueológicas (Pronapa). O Mars conta ainda com esqueletos humanos recuperados nas pesquisas, alguns com mais de 4000 anos de idade. Programação: - Oficina de Cerâmica e visita orientada ao Marsul: Nos dias 18 e 25 de maio. Com agendamento prévio. - Oficina de Capacitação em Museografia com o arquiteto William Pavão Xavier. No dia 26 de maio, das 9hs às 12hs e das 13hs às 17h30. - Oficina de Arte Rupestre (em placas de gesso): No dia 27 de maio. Com agendamento prévio. - Exposição Temporária de Cerâmicas Marajoara e Santarém. Abertura no dia 25 de maio. MUSEU DE ARTE DO RIO GRANDE DO SUL - MARGS (Praça da Alfândega, s/nº Contato: 3227-2311 museu.margs@terra.com.br) Horário de visitação: de terças a domingos, das 10h às 19h, exceto em caso de eventos especiais. Principal museu de arte do Estado e um dos mais importantes do país, o Margs reúne quase três mil obras de artistas nacionais e internacionais. Criado em 1954, o museu foi organizado pelo artista e professor paulista Ado Malagoli. O museu já ocupou diversos lugares em Porto Alegre, entre eles o Foyer do Theatro São Pedro. Somente em 1978, a instituição instalou-se na Praça da Alfândega, prédio da antiga Delegacia Fiscal, onde permanece até hoje. O Margs oferece cursos, seminários, biblioteca e visitas mediadas. Além da programação cultural, o museu proporciona espaços de lazer em seus Café, Bistrô e Loja. Programação: - Arte Ditadura, Acervo da Prefeitura Municipal: até 27 de junho. - Cartas, pinturas e desenhos recentes de Alfredo Aquino: até 23 de maio. - Pinturas Gêmeas, obras recentes de Julio Ghiorzi: até 30 de maio. - Margs 50 anos, Panorama do Acervo, sem data de término. - Alienados, desenhos de Edgar Koetz: até 03 de junho. - Bicicletas, fotografias de Thierry Rios: até 06 de junho. MUSEU DE ARTE COMTEMPORÃNEA - MAC - RS (Rua dos Andradas, 736, 2º andar da Casa de Cultura Mario Quintana Contato: 3221-7147 E-mail: ieavi@via-rs.net) Horário de visitação: de terças a sextas, das 9h às 21h, e nos sábados e domingos, das 12h às 21h. Com exposição também no armazém A6 do cais do porto. O Museu de Arte Contemporânea foi criado em março de 1992, com o objetivo de pesquisar, preservar e divulgar um acervo de arte contemporânea regional, nacional e internacional. O MAC também tem como atribuição desenvolver propostas educativas que visem a compreensão da arte contemporânea em suas várias modalidades. Programação: - Artistas no Cais do Porto: mostra coletiva com 139 artistas, no Armazém 6 do Cais do Porto. Visitação: de terça a domingo, das 13 horas às 18 horas. Até o dia 30 de maio. MUSEU DE COMUNICAÇÃO SOCIAL HIPÓLITO JOSÉ DA COSTA (Rua dos Andradas, 959 Contato: 3286-2051 E-mail: museuhjc@via-rs.net ) Horário de visitação: de terças a sextas, das 8h30min às 18h, sem fechar ao meio dia, e aos sábados, das 8h30 às 12h30min. O Museu de Comunicação foi criado por uma comissão de jornalistas, nomeada pela então Secretaria de Educação e Cultura, que tinha como missão estabelecer diretrizes para a organização de um museu que se propusesse a guardar e divulgar a memória dos meios de comunicação do Rio Grande do Sul. O nome do museu faz referência ao fundador do jornal Correio Brasiliense, de 1808, primeiro jornal brasileiro. O Museu de Comunicação Hipólito José da Costa está localizado no prédio que foi a sede do jornal A Federação, que pertencia ao Partido Republicano Rio-grandense. O público pode freqüentar suas dependências para ler jornais e revistas, elaborar pesquisas científicas, ver fotos e, ainda, assistir cursos e conferências. Programação: - Cursos de Moldes para Restauração com o professor Luiz Henrique Mayer: até 03 de junho. - Curso de Restauração e Conservação de Papel com as professoras Vera Lúcia Zugno e Raquel Zanetto: de 25 de maio a 29 de junho. MUSEU DO CARVÃO (Rua: Professora Silvana Narvaez, 61 Arroio dos Ratos Contato: 656-1211 E-mail: mcarvao@via-rs.net) Horários para visitação: das 8h30 às 17hs (de segunda à sexta-feira) e das 13hs às 17hs, (nos finais de semana). O Museu Estadual do Carvão foi criado em 31 de março de 1986, com o objetivo de preservar a história da exploração do carvão no Estado. Na sede da Instituição, restaurada em 1994, funcionou a primeira usina termelétrica do País. O Museu do Carvão guarda um importante acervo histórico composto por ferramentas e utensílios de extração mineral, peças em porcelana para eletricidade e tijolos refratários vindos da Europa, além de fotos, livros e mapas que registram a história das minas do carvão. Também antigas galerias de mineração e uma Maria Fumaça - primeira locomotiva a transportar carvão -, são atrações expostas aos visitantes. MUSEU JÚLIO DE CASTILHOS (Rua: Duque de Caxias, 1205 e 1231 Contato: 221-3959). Horário de visitação: de terças a sextas, das 10hs às 19hs, e, aos sábados e domingos, das 14hs às 18hs. O Museu Julio de Castilhos foi criado em 30 de janeiro de 1903, por Borges de Medeiros, com o nome de Museu do Estado. Em 1907, a instituição recebe o nome atual e é transferido para a casa que, hoje, ocupa na rua Duque de Caxias. Em 1996, foi inaugurado o anexo do museu, que pertenceu à família Oliveira Velho. Uma das casas que compõem a sua sede, na Rua Duque de Caxias, pertenceu ao estadista Julio de Castilhos, prédio adquirido pelo governo estadual em 1905. Atualmente, o Museu Julio de Castilhos possui cerca de dez mil peças tombadas, divididas nas seguintes catalogações: armaria, arquitetura, arreios, arte náutica, bandeiras, bibliografia, condecorações, documentos, escravatura, etnologia, filatelia, heráldica, iconografia, indumentária, instrumentos musicais, instrumentos de trabalho, máquinas, medalhas, missões, mobiliário, numismática, objetos decorativos, objetos de uso pessoal, regionalismo, sigilografia, tesserologia, utensílios domésticos e viaturas. Programação: - Curso Desenhando a História Gaúcha com Zorávia Bettiol: até 20 de novembro. - Exposição Getúlio Vargas: da vida para a história: de 25 de maio a 24 de agosto. - Curso do Programa de Educação Patrimonial: dias 27 de maio, 1, 3 e 8 de junho. - Mini-curso para geógrafos e historiadores A produção de estatísticas e a utilização de dados: de 25 a 27 de maio. MUSEU HISTÓRICO FARROUPILHA (Rua Coronel Manoel Pedroso, 77 - Piratini - Contato: (53) 2571-481 E-mail: museu.farroupilha@via-rs.net) Horário para visitação: de terça a sexta-feira, das 8hs às 11h30 das 13h30 às 17hs. Aos sábados, domingos e feriados, das 14h30 17hs. O Museu Histórico Farroupilha foi criado no Governo Ernesto Dornelles, em 11 de fevereiro de 1953, com o objetivo de ser um órgão representativo da história do período da Revolução Farroupilha. Em seu acervo encontra-se um conjunto de peças de diferentes épocas, de diversos temas: são objetos pessoais de Bento Gonçalves, telas sobre a Guerra dos Farrapos, mobiliários do século XIX, moedas do período colonial até os nossos dias, objetos do cotidiano, máquinas de costura, xícaras, talheres, palmatórias, fardas, armas, vestuários, imagens sacras, entre outros. PARQUE HISTÓRICO GENERAL BENTO GONÇALVES (Localizado na BR 116 - Sul, Km 423, Cristal/ RS Contato: 9989-7021) Horário para visitação: de terças a domingo, das 9hs às 17hs. O Parque Histórico General Bento Gonçalves foi criado em 28 de janeiro de 1972. Com área de aproximadamente 280 hectares, o parque possui mata nativa, campos e banhados, com espaço destinado a acampamento. No seu interior foi construído, em 1976, junto às ruínas da casa original, uma réplica daquela que pertenceu a Bento Gonçalves. Nela existe um museu, dividido em dois tipos de acervos: um com réplicas da indumentária farroupilha, e outro composto por animais taxidermizados - empalhados -, doados à Secretaria de Estado da Cultura por Carlos da Rosa Sobrinho.
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