Governo do Estado do Rio Grande do Sul
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Pronunciamento nos 30 meses de Governo Yeda

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YEDA CRUSIUS: Meus queridos amigos, queridas amigas que aqui vêm participar de mais uma festa de aniversário, eu quero dizer que depois das enormes dificuldades iniciais que eu sempre disse que significaram mover a terra, preparar a terra, jogar semente, vem tudo junto, e conversando hoje, porque quando a gente conversa com entrevistadores, jornalistas, é uma conversa, eu disse: a gente podia fazer um aniversário por mês, porque depois que vem , depois do plantio começa a colheita é muita coisa importante que se pode relatar, madura, e que afeta toda população do Rio Grande do Sul, mais uns segmentos uma vez, outros segmentos outra vez. Então, bem-vindos a uma celebração. Esta celebração eu gostaria de fazê-la um pouco diferente da demais. Estava dizendo ao líder Pedro que eu ainda não sei como faço para todo mundo estar bem alocado aqui no nosso Salão Negrinho do Pastoreio porque ele é um salão das solenidades do Piratini e ele é pequeno quando nós agregamos todos os que eu vou citar como instituições e como pessoas. Aqui, inclusive um dos motivos é gerar mais espaço.


Nós estamos com o nosso secretariado aqui na frente e é o primeiro agradecimento que faço, faço a cada secretário a cada secretária, eu estou fazendo a cada um dos servidores das secretarias de que esses secretários tomam conta. Até agora num governo de gestão, vou introduzir o modo de agir, pensar de pactuar, de buscar consensuar, que forma uma cultura, então está feito. Eu sempre digo: o Ricardo Englert, nosso secretário da Fazenda em meio a ciclones extra-tropicais, ele diz assim, mas tanta coisa que nós fizemos, e eu: eu sei. É preciso que os outros saibam e ele disse o que acontece na minha Secretaria não tem volta, porque ali entusiasmadamente todos os servidores participam do planejamento estratégico anual, e quando vão ao planejamento estratégico anual se colocam objetivos, metas, onde nós queremos chegar, como é que nós vamos chegar até lá?. Está tudo informatizado, o acompanhamento é diário quantas vezes precisar ser.


Então é assim em relação a todos os secretários, a quem eu quero fazer o meu primeiro agradecimento, sempre dizendo a todos eles desde o inicio, pela expectativa que nós pusemos de realizar um governo que permita aproveitar todo potencial de todo Rio Grande do Sul em realizações, e, aliás, já lhes aviso que não é fácil trabalhar neste governo, trabalhar nele é fácil, mas comunicar o que a gente faz e dizer que é para o bem coletivo é muito difícil. É por isso que hoje nós escolhemos fazer uma apresentação um pouco diferente. Essa apresentação ela vai mostrar em primeiro lugar alguns instrumentos de comunicação que para eles serem conseguidos, serem colocados e como vão ser colocados no nosso telão, tomam muito tempo. Então primeiro eu vou dizer como nós estamos prestigiados com as presenças: da procuradora Jussara Maria Lahude Ritter representando a Procuradoria-Geral de justiça, Eliana Graef Martins procuradora-geral do Estado, João Luis Vargas nosso presidente do TCE, os secretários que estão aqui presentes, imagina que têm alguns que nem conseguiram estar, tiveram que cumprir uma agenda marcada há muito tempo. Meu líder de governo, Pedro Westphallen, entusiasta, um dos responsáveis junto com a chefia da Casa Civil, todos os secretários com quem permanentemente converso, a gente está encerrando este semestre com uma autoestima extremamente elevada, porque temos podido ir mostrando, realizando, continuando a mudar e passamos a ser melhor entendidos como Estado do Rio Grande do Sul, e o Brasil está olhando para nós muito bem.


O Brasil sabe que o Rio Grande do Sul não é diferente de outros lugares, vive em turbulência política, vive em efervescência política e cada umas das instituições políticas manteve a sua opinião, a sua espinha reta em nome do que se pretende continuar a fazer, mostrar a toda população do Rio Grande do Sul e a todo Brasil. Durante esses dois anos e meio tivemos muitas notícias mundiais e algumas teremos daqui a pouco. O Rio Grande do Sul é escolhido para receber investimentos, turismo, pela qualidade da sua gente, pela história que registra o melhor nível médio de desenvolvimento econômico e social. Está espalhado pelo seu municipalismo, pelo seu pioneirismo. Eu até disse para o Osmar: é mais um registro. A gente pode dizer, mas com tudo que a gente está fazendo para cercar a influenza, a transparência com que a gente tenha feito isso nos permitiu receber um doente e identificar a primeira morte do Brasil trazida pela Gripe Suína com toda transparência de tal maneira a acalmarmos a população, como vamos fazer uma campanha simples, uma campanha de distribuição de boletos para acalmar a população de que aqui se faz o cerco a uma doença como foi dengue, febre amarela. Os casos vêm de fora, claro, se contagia aqui, mas aqui se aplica o cercar a doença. Cada um que teve contato está sendo acompanhado pelo sistema de vigilância e o sistema de saúde.


Podemos dizer isso, mesmo que a primeira morte tenha sido aqui, sempre lembrando que fizemos antes, porque não mudou. O que fizemos antes provou que a dengue aqui não se multiplicou, e vamos tentar ajudar nossos países vizinhos, vamos fazer uma reunião com os governadores das províncias vizinhas para tentar fazer a mesma coisa para eles, que têm uma epidemia já absolutamente detectada e que ainda não praticam o cerco a doença. E é pra isso que o nosso Codesul, nosso Mercosul existe, para a gente, na hora que cruza a fronteira, ajude e, quando a gente precisar de ajuda, eles cruzam a fronteira. Deputados estaduais Zilá Breitenbach, Adilson Troca, Pedro Pereira, Silvana Covatti. O cerimonial me colocou uma pequena lista, a nossa Tarsila, presidente do Comitê de Ação Solidária, do nosso gabinete, que primeiro vou falar de algumas inovações e depois vou passar para vocês, como sempre neste governo, um power point que, na verdade, é um CD, ou é alguma coisa impressa, que qualquer um de vocês querendo pode levar. Então, o que nós vamos apresentar aqui não é propriedade nossa é organização do fruto coletivo do trabalho que nós empreendemos nesses 30 meses.


A Tarsila inovou com a Rua da Cidadania, que é um dos itens que vou querer citar. Chegou o Marchezan Junior agora, nosso deputado estadual, daqui eu estou vendo estatais, fundações, autarquias, O governo está presente aqui para celebrar. Representante da Fiergs Cláudio Bier, da Farsul Fernando Adauto de Souza, Fecomércio Moacir Schukster. Antes de falar de qualquer coisa eu quero dizer que foi o trabalho da identificação de porque que aqui chegam os melhores empreendimentos, os mais exigentes, quem sabe os maiores, pela qualidade da sua gente. Foi a aprovação neste semestre dentre tantas iniciativas populares ou do governo, da própria Assembléia, da Lei da inovação, que cria uma política para empoderar e potencializar essa característica da nossa gente de muito tempo. Então, dirigentes de entidades de classe, a imprensa que nos acompanha. No power point a gente vai colocar, e muito rapidamente, como é que a gente chegou aos resultados a que a gente chegou. Portanto vamos ver os frutos da gestão, da coragem política, da busca de consenso, da unidade junto com a população, mas eu queria citar, de leve, apenas algumas inovações as mais recentes.


A primeira delas é a Rua da Cidadania, 12 em um ano, o governo todo vai lá, os parceiros vão lá, e a gente está oferecendo serviços que nem a cidadania sabia que tinha como direito. Então a Tarsila comanda, a equipe da Tarsila está aqui, gostaria que se levantassem. 10 mil pessoas, 12 mil pessoas, 8 mil pessoas, num município de 15 mil pessoas. A região acorre e as novidades são as novidades do mundo moderno: o divórcio instantâneo, o casamento coletivo, a comunidade se organiza para isso, teste de DNA para comprovar paternidade e tratar da defensoria pública, Corsan. Não vou falar da Rua da Cidadania porque o tamanho dela hoje tomou tamanho porte que a cidade seguinte vai ver a Rua da Cidadania que hoje se manifesta, são todos os serviços do Governo à disposição. Por que lá já podem estar? Pelas mais diversas razões. Quando nós organizamos o governo, nós organizamos uma série de comitês e conselhos, que era para aproveitar as leis que vieram antes de nós e transformá-las em ações concretas. Então eu quero celebrar aqui o comitê que trata da articulação do governo com os setores que querem ajudar o governo a realizar obras que aguardam, quem sabe, uma vida inteira.


O comitê das parcerias público-privadas, não vou demorar muito explicando o que é, não é uma coisa trivial, tem que ser transparente. Então nós criamos este comitê, o decreto e até que edital para cinco setores para quem queira fazer um projeto importante para o Estado vir aqui e se apresentar. O primeiro deles foi o Cais Mauá, pedimos uma manifestação de interesse, tinha que ser em jornal mundial, jornal local, já que a revitalização do centro de Porto Alegre passa pelo Cais Mauá. Seis empresas, uma delas ganhou, o governo não botou um centavo mas botou uma equipe do governo e uma equipe da prefeitura. Ganhou um projeto que precisa de algum aval a mais ainda, da questão da Câmara de Vereadores, e do nosso plano diretor, vai para licitação que alguém vai fazer. Nós damos a instituição Estado e Prefeitura e eles fazem o cálculo de como fazer um Puerto Madeiro, ou seja lá o projeto vencedor.


Causando um pouco de celeuma recentemente, eu falo por causa dos presídios, nós tomamos dois anos para conseguir terminar penitenciárias onde cabem 400, 460 detentos, convênio com o Judiciário, que diz quem pode ir, mas faltam 10 mil vagas. Então parceria público-privada para a construção de um complexo de 5 penitenciarias, 600 vagas cada uma, de tal maneira que a administração de vagas existentes custe ao Estado um X orçamentário. O não ter vagas custa infinito para a população. Então essa história de vai ter lucro, não vai ter lucro, que isso? Vai ficar como está? Nós conseguimos terminar duas penitenciarias, estamos reformando 14. Durou dois anos para que essa parceria público-privada fosse oferecida ao Aécio, em Minas, portanto essa expertise eles nos trouxeram e vão fazer um projeto que nós vamos fazer transparentemente colocar à população. E qual é o custo do Governo? Pagar a manutenção do presídio, de forma orçamentada e transparente.


Cada vida que se perde fora, na calçada, na escola, na empresa, dentro de casa, é um custo infinito. Então, este custo é um custo que a sociedade vai acompanhar junto conosco, é PPP. Entrar e sair de Porto Alegre, teve uma empresa que no setor de estradas pode ter mais, vai fazer o projeto da RS/10, nós estamos fazendo a 118, vamos completar, com recursos orçamentários, 030, 040, tem que desafogar. PPP pra estrada, pode ter para ponte, pode ter para ferrovia. E o que é uma PPP? Um concurso de um projeto, como foi um concurso para construção deste Palácio e um contrato para ser honrado dentro das regras materiais e políticas do governo. Mortandade dos peixes foi a primeira coisa que nós enfrentamos como realidade depois das eleições. Tem uma empresa que está fazendo o projeto de despoluição da Bacia dos Sinos. Feito o projeto, entra em licitação, vamos às obras. Então parece um ovo de Colombo, não está custando nada para o Governo. Receber empresas que queiram fazer nas respectivas áreas, então é presídio, é estrada, é saneamento, tem mais uma que já está pronta, mas vai continuar.


Essa é uma inovação, mas é uma inovação de que alguém precisou fazer a lei, nós chegamos e montamos o comitê, fizemos o decreto, trabalhamos edital mundial e está ali, daqui a pouco pode ser. Cais Mauá, para nos ajudar, junto com as outras obras de porte grande, iniciativa do Governo do Estado em parceria em receber a Copa 2014 sem nada faltando. De inovação, vamos pedir à Assembleia um PL para institucionalizar a Secretaria Extraordinária da Copa, que com muita alegria é uma inovação, que vai acompanhar a Secretaria da Copa da Prefeitura, vão andar juntas e vão tirar do Mateus, de mim, de todo secretariado um encargo que tem que ser especifico dado o porte, mais uma inovação. Inovação é a relação com as prefeituras, mas precisou criar uma secretaria e colocar a cargo na secretaria um homem talhado para ela, então está aí, Secretaria Extraordinária de Relações Institucionais.


Acabou o conflito com os prefeitos e foi substituído por soluções da tradição municipalista do Rio Grande do Sul. Não olhamos partido, olhamos necessidades, honramos voto da consulta popular, e está por aí um canteiro de obras. Então a relação com as prefeituras é, sim, uma relação nova. Assim como é nova a possibilidade de estarmos nos debruçando de novo sobre as consequências da seca, já que duas barragens estão sendo construídas, oito bacias hidrográficas valorizadas, dinheiro orçamentário para micro-açudes, para poço, para cisterna, então a transformação é imensa no Rio Grande do Sul. Transformação que nos foi trazida pelo trabalho coletivo, não apenas só com a Assembleia, mas com o Congresso Nacional. Seremos plantadores de cana, e a transformação que isso representa cai muito bem para o Rio Grande do Sul, se vamos fazer querosene de avião a partir da levedura da cana, se vai fazer diesel, fazer medicamento, tudo aproveitando o quê? O povo que, ao longo da sua história, dá valor à educação, à inovação, arrisca, faz ciência, faz tecnologia. Então são imensas transformações que o nosso período de Governo vai sabendo reconhecer e com coragem levar adiante.


Quero agradecer a visão de um líder nacional que, a partir do Rio Grande do Sul, foi quem com tenacidade, com determinação, disse que era preciso e era possível um setor público ter qualidade total. Este governo iniciou com uma parceria com o nosso PGQP - Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade - nós não tínhamos a rede necessária para entrar em cada casela do governo e atingir os resultados que nós vamos mostrar a partir do nosso power point. Quero dizer que voltei agora de São Paulo com César Prestes e assinamos um papel: o Rio Grande do Sul vai ter mostra de 100 quadros originais franceses vindos de seis museus, inclusive acho que nós vamos conseguir trazer aquelas duas guriazinhas que o MASP nunca deixa sair de lá, por que nós enviamos para lá as nossas obras francesas, estamos trabalhando juntos com o museu do Rio, de São Paulo, a Pinacoteca. Vai ser um momento de marcar a história, porque o ano da França no Rio Grande do Sul foi considerado prioridade de relacionamento. Então, em julho, nós vamos ter as crianças aprendendo arte, assim como ela veio, quanto a França para nós é importante, assim como a história é importante e nós vamos ter, daqui por diante, muitos momentos de celebrar. Por exemplo, vieram aqueles italianos fazer revolução, então um escreveu um livro raríssimo, é um livro que conta por quem fez, enquanto fez escrevia a história da Revolução Farroupilha sob ângulo de um italiano, você pode chamar de corsário, de anarquista, do que for, mas obras como estas, na área da cultura, o Rio Grande do Sul esta produzindo várias, porque nós escolhemos 2008 para celebrar 200 anos de gestão no Rio Grande do Sul. Então eu quero agradecer à equipe do Geia, que é o nosso Grupo Estratégico de Assessoramento que está aqui presente, que olha desde a parte financeira até a hora de levantar a autoestima através da história do Rio Grande do Sul que, nesse período, nós vamos escrevendo aos poucos.


O que eu vou fazer agora é rapidamente passar umas lâminas, tinha o nome lâmina, agora é lâmina eletrônica, é o power point. Para quem quiser, está disponível. Mostra como chegamos ao que chegamos, podendo celebrar mensalmente a entrega de obras, ajuda a pessoas carentes, inovações. Então eu vou pedir para a gente passar e eu vou passar rápido, eu vou dar um gostinho de quero mais para vocês. Como foi que a gente começou? E o PGQP soube entender. Nós vamos nos organizar por um governo em que todos tenham responsabilidade pela educação, qualquer secretario tem responsabilidade sobre o meio ambiente, sobre a saúde, sobre o desenvolvimento, sobre as obras, sobre os servidores públicos. Então nós organizamos o governo no modelo que eu tinha de sucesso de alguns outros que já haviam acontecido. O que nós vamos fazer no desenvolvimento econômico? Verdinho, todas as publicações do governo agora são assim, verde do desenvolvimento econômico sustentável, cor de laranja é o desenvolvimento social, é o azul finanças e gestão pública, todos juntos em câmaras setoriais servindo o cidadão.


A ideia era acabar com as filas em tudo, porque quando se bota gente esperando e não tem dinheiro para todos, quem recebe primeiro é o mais forte. Então não é mais assim, não tem mais fila, tem regra para precatório, fornecedor pago em dia, licitação eletrônica, nós passamos de mil clientes do Governo para dez mil pessoas querendo vender ao Governo. Isso é um indicador de confiança, então todos nós trabalhamos juntos em câmaras setoriais e levamos um ano para construir 12 mudanças estruturais que, uma vez plantadas, tirariam problemas permanentes do Rio Grande do Sul para serem equacionados, que são os Programas Estruturantes. E o faremos, dizíamos desde o princípio, fazendo um orçamento para valer e não uma peça para valer. Um orçamento realista conquistado em 2009, tem lá o que tem para fazer, o que não está escrito lá a gente diz vamos trabalhar para o ano que vem.


Os Programas Estruturantes estão celebrando hoje não 30 meses, e sim 18 meses, porque demorou para organizar o que é a cara do governo nas mudanças que ele quer deixar para longo prazo. Então essa é uma organização que agente vai dizer pelo Brasil, dizer para todo mundo, e o PGQP nos fez organizar isso. Hoje nós estamos inaugurando o site da ouvidoria do Estado. Desde o princípio quisemos que a comunicação fosse uma comunicação direta da cidadania com o Palácio Piratini. Ana Picolli cadê tua equipe? Gostaria que a equipe da Ana se levantasse, 4 mil consultas respondidas. Obrigada, Ana! E o clique aqui, você comunica por um 0800, por um 0800 não precisa ser ligação a cobrar, e-mail. Isso está na no nosso site do Governo com uma janela à volta, não tinha esse site. Agora toda a população, os que entram no site, os que ajudam as pessoas a querer saber, vão saber que nós temos várias formas de comunicação e um resultado que para mim é um resultado espetacular. A Ana Lúcia Picolli, junto com a Alessandra, a Aline, a Juliane e a Taís receberam 4 mil demandas da população, 60% respondidas e os 40% restantes, andando. Serão respondidos. De toda forma, quando a Ana vai participar do conjunto dos ouvidores do Brasil eu volto recebendo muitos elogios pela resolutividade da ouvidoria do Piratini, então essa é uma novidade, está à disposição, é uma coisa que está presente ali no nosso site.


Este sim, quinta-feira num outro ato que a gente vai ter haverá comunicação de quantos canos, quantos quilômetros de asfalto, quantos hospitais, escolas, licenças de meio ambiente, o acompanhamento do governo passo-a-passo, através dos estruturantes, vai ter um portal, este é um portal que poucos Estados têm, e ele estará disponível à população. Quem estiver interessado vai dizer: olha, a meta era entregar 1.000 viaturas e quantas entregou? De que porte? Quanto custou? Como foi feito?. Então o portal é um grande orgulho que nós temos, e o PGQP nos ajudou a fazer. Então isso é transparência, é poder dizer: espera um pouquinho, eu não recebi a escola, quando vai ter a minha solução? Quanto custou?. O portal é de comunicação dos programas estruturantes e entra no ar na quinta-feira, com fotos, vídeos, números. O governo poderá ser acompanhado não em atos formais, mas permanentemente. Professoras na escola, quem quiser ajuda o outro a saber se foi atendido ou não, está aí um governo eletrônico através do portal de comunicação que nesse telão não dá para ver muito bem, mas queria dizer para vocês que é uma coisa muito importante, porque é o acompanhamento estruturante comparando à meta que a gente se colocou, onde a gente está com todas as informações: da ponte, da escola, do numero de licenciamentos, emissão de carteiras, e não estando satisfeitos vai ter lá um numero para vocês perguntarem o que mais precisarem. Tomou dois anos e meio e é um instrumento de transparência que poucos Estados têm.


Então já está clicado, vamos para os 30 meses de governo e eu vou rapidamente passar o que todo mundo já sabe, mas com algumas novidades. Nós vamos nos comunicar: em 2009, desde o principio, eu contratualizei com cada o secretário - a gente contratualiza dizendo assim quanto dinheiro você tem? Qual a sua meta? Está conseguindo? Qual a inovação? O que a gente não vai mais fazer? Por que está demorando tanto a duplicação Cassino-Rio Grande? E aí quando vê é porque tem uma coisa no meio da estrada e legalmente eu não posso tirar, e a gente vai explicando porque as coisas são mais lentas do que a gente gostaria. Nós não temos jornal, então nos optamos, hoje cada um de vocês vai poder receber, não se assustem, este é uma edição para festa, papel couché vocês merecem, mas nós vamos ter encartes de jornais mensalmente em todos os jornais do Estado. Vamos fazer esse lançamento em papel jornal, nada substitui o papel jornal, mas todos os meses teremos prestação de contas e novidades a dar, setoriais, regionais, então vamos encartar, nos jornais existentes. Na saída vocês vão ter um breve retrospecto de tudo que nós fizemos, mas é uma forma de comunicação, como é o portal, como é o site da ouvidoria, como é a nossa presença em todo local.


Então assim nos organizamos, vencemos 37 anos de déficit, ajustamos as nossas contas, só queria dizer a vocês que agradeço a todos, porque isso foi possível graças a duas grandes ações, a primeira delas com o Banrisul, nós capitalizamos o Banrisul, em 2009, um ano de crise de crédito, e o Banrisul está dando crédito, sem que tenhamos que pedir a ninguém. Quando com isso nós formamos o fundo dos aposentados o Banco Mundial disse: Pioneiramente nós vamos fazer empréstimos para vocês para reestruturarem a dívida do Estado, a mais alta do Brasil. Então foi preciso Banrisul e Banco Mundial, portanto confiança internacional, para a gente conseguir fazer tudo que está escrito aqui, transporte escolar, décimo terceiro, está tudo disponível para vocês. Aqui é a novidade, quanto se gasta em cada programa estruturante e em quê? Este volume de recursos que eu estou dizendo para vocês somou R$1 bilhão 250 milhões com recursos do tesouro mais R$ 1 bilhão e 300 milhões de estatais, autarquias e fundações. 7% da renda líquida.


Se for preciso, porque a transferência da União para nós está se reduzindo de uma maneira drástica e com a decisão de ontem, que é boa para o país, a redução do imposto para continuar a comprar, mas reduz o meu caixa, a parte dos Estados e municípios fica reduzida. Então este volume de recursos vocês vão poder acompanhar naquele portal que eu falei para vocês, e aí vocês tem uma ideia de eficiência, quantos por cento do estruturante do ano nós já estamos gastando, vão acompanhar junto conosco. Aí vem uma novidade: em execução a roda da economia vai andando, eu quero dizer para vocês que nós já entregamos e pagamos R$ 767.825.316,00 em obras estruturantes e vamos entregar, por que estão andando, com recurso orçamentário garantido, R$ 1.172.879.262,00. Demorou esse tempo todo para gente poder oferecer o que vai da reforma da escola, acesso municipal em diante. Então realmente é este o motivo da exposição da transparência para o qual nós chamamos vocês para verem. Então não vou perturbar muito vocês, os números são enormes, agora enorme é o que a gente recebe como carinho quando vamos entregar as obras. Coisas esperadas a 30, 40 anos, coisas pequenas, coisas grandes, fui ao presídio central ontem vigiar, estou levando para Brasília que aquele não é o pior presídio do Brasil, já tem 4 pavilhões, esvaziamos o C, não tem essa história de esgoto com comida, tudo está pintado de claro, isso só no Central, e tem as 14 obras que estamos fazendo porque montamos uma gestão diferente para fazer licitação e levar a diante.


Então cada uma delas, Boa Escola para todos está lá, R$ 10 milhões em sala de aula digital, quantos computadores são, está lá escrito, esse é o portal que eu estou dizendo para vocês. Quantos computadores? Quantos laboratórios? Quantos quilômetros de estrada, está lá. Professor nota 10, capacitação, centro de referência de educação profissional, uma maravilha, 400 sendo implantados como modelos, reforma nas escolas, não é Salete? Nenhuma dela vai ficar sem reforma, tanto é que já contratamos mais 50 projetistas e engenheiros para a Secretaria do Breda, não pode atrasar. Vamos lá, Boa Escola para todos em laranja é o desenvolvimento social, Saúde Perto de Você, uma normalidade, é um poderoso esse Secretario da Saúde, tem UTI neonatal em todo lugar, a saúde está chegando perto de você com centros de referência, com Samu com tudo, também não vou falar sobre isso, mas são milhões e milhões pagos. Cidadão Seguro, vagas prisionais, não duvidem quem quiser anda comigo e vai ver, criamos mais de 1.000 vagas, renovamos a frota, recomposição de efetivo é enorme.


Agora eu vou dizer para vocês: graças a isso, mais colete à prova de balas, mais rede de computador interligada, quero vos dizer o que tem acontecido de solução dos crimes hediondos, ou quase, que a droga faz. Então está lá o estruturante Saúde Perto de Você junto do Cidadão Seguro, estão lá inaugurando leitos de crack junto com as Ongs e Oscips. Só a semana passada, que foi a Semana de Combate às Drogas, o que aconteceu naquela operação da Policia Civil e suas companhias, aconteceu sem ninguém preparar ou saber e ocorreram 240 prisões, fato nacional. Então obrigada a todo efetivo e da Segurança Pública, quando tem equipamentos sempre se destaca, como sempre se destaca o servidor público do Rio Grande do Sul, quando tem o que precisa para trabalhar. Emancipar, nós criamos a Secretaria da Justiça vocês lembram, a da Segurança fica na segurança pública a prevenção e combate, a justiça trata dos direitos com um modelo de modernização de que a sociedade participe, com meta e com avaliação, com toda uma rede de proteção e está incluído no Emancipar. O trabalho do Marco Alba e é impressionante, a gente vê quando a gente vai entregar 40 casas nos bairros mais necessitados, então está lá habitação popular, qualificação profissional. Vemos lá Saneamento em Ação, está lá quantos são, onde estão em andamento, são obras de água, de saneamento, a reestruturação da Secretaria foi imensa, vários órgãos da Secretaria se agregaram para fazer habitação como finalidade e o saneamento como finalidade.


Lançamos nosso programa de habitação acompanhando o Governo Federal e ai vem Mais Trabalho Mais Futuro, é outro estruturante, vão lá e aprendam o que é. A Junta Comercial, abre e fecha empresa, cria centro tecnológico. Irrigação é a Solução, uma das minhas meninas dos olhos, que, é claro, aqueles que não gostam do Rio Grande do Sul não querem que aconteça, porque isso é uma solução estrutural definitiva, perenização dos rios, acesso a água em pequenas propriedades. Terra Grande do Sul do nosso João Carlos, redes informatizadas, estamos aí com sanidade em todas as áreas, contratação de servidores onde fosse necessário, modernização da frota, enfim um agronegócio tinindo. Duplica RS, fizemos aqui uma opção, e a opção é para reduzir mortes, custos de ir e vir e o Duplica RS tem enormes volumes já aplicados, e que serão aplicados já no ano que vem. De acessos e reestruturação das estradas, da reestruturação das estradas à estradas novas. Se vier o dinheiro prometido lá de cima, melhor, se não vier nós botamos.


Governo de Resultados, sem isso, sem Procuradoria, Fazenda, Planejamento, a gente não teria buscado a receita, modernizado a PGE, modernizado as organizações que trabalham conosco e podem receber orçamento público e cada entidade do governo contrata suas metas e segue adiante, Governo de Resultados importantíssimo para a gente gerar o ajuste fiscal e déficit zero, só que ele vai ter que ser mantido, então tem mais esforço pela frente. Nossas Cidades esse vai completar o nosso relacionamento que nós temos com cada um dos nossos municípios, tem o bolotograma aí? Bolotograma, vocês sabem, é uma técnica milenar que deveria estar aqui num banner e que diz que Nossas Cidades é desenvolvimento urbano, Copa 2014, comunidade, enfim tem muita coisa, então bolotograma diria para vocês que a nossa ação é junto com a comunidade e nós realmente estamos empoderando programa de prevenção da violência, a Baltazar está entregue, ação solidária em todo canto, coisas que são do Nossa Cidade.


E o Ajuste Fiscal. Quero compartilhar com vocês que cada visitante que chega de qualquer parte do mundo nos cumprimenta, eles nos cumprimentam assim: ninguém esperava, me explica como é que chegou. E nós chegamos ao déficit zero com aumento de orçamento e colocação do orçamento em tudo que dá para fazer mais ou menos. O Banco Mundial acreditou, todos acreditaram e estamos aqui, autônomos, fazendo a nossa parte, contratados que fomos por um desejo coletivo de não andar de pires na mão nunca mais. E todo recurso que chegasse chegaria para atender as prioridades do povo e da população, é isso que nós estamos fazendo. Geralmente a última lamina está escrito fim, eu morro de rir quando está escrito o fim, esse é o fim, mas é o fim de algo que eu quero compartilhar com vocês, números, referencia, levem o CD, esperem em papel jornal mensais, e, sem dúvida nenhuma, para fazer isso não foi fácil e não será fácil, porque nós resistiremos às tentativas de anular tudo que hoje a população já sabe que é um direito dela. Vocês sabem que eu tenho um discurso para ler e não vou ler, eu estou muito entusiasmada, inclusive pelo estímulo que a gente recebe cada dia de reafirmar o que está fazendo, e dizer que aqueles que podem se preocupar que estão meio distantes de nós é muita pressão, até quando resistirão?


Este Piratini, como trata a nossa cultura e historia, ele é um Palácio de resistência, então cada ação de cada dia resiste ao retrocesso, resiste ao retrocesso e resiste ao retrocesso. 30 meses e apontando os próximos um ano e meio a mais que temos de sustentação do ajuste fiscal, do fazer mais com menos, da busca dos consensos e, sem dúvida nenhuma, estarmos aqui presentes com instrumentos cada vez mais potentes de mostrarmos um governo que não tem medo de se mostrar do jeito que é, com os instrumentos de transparência eletrônica, mas com a transparência pessoal de cada um. Então, quero agradecer à Bancada Gaúcha, à Assembléia Legislativa, ao Tribunal de Contas, ao Ministério Público, ao Tribunal de Justiça, aos secretários e seus vinculados a quem esta conosco aqui hoje, ouvindo um pouquinho dos resultados das inovações, nós estamos aqui para ouvir e se possível resolver. E dado que nós já resolvemos, eu celebro com vocês, parabéns a vocês, 30 meses deste governo, obrigada!

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