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Secretaria da Cultura participa de Seminário Internacional de Economia Criativa

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A economia criativa tem sido compreendida como uma potencial alavanca para o desenvolvimento de muitas nações, sendo que mais de 60 países já realizam procedimentos sistemáticos de mapeamento do seu setor criativo. Países como os Estados Unidos, as principais economias européias – com destaque para o Reino Unido e a Austrália, já se encontram em um estágio mais amadurecido sobre esse assunto. Porém, ainda vislumbram perspectivas de expansão do setor, inserindo o tema estrategicamente com papel de destaque em suas agendas econômicas.

Por este motivo, será realizado nesta terça-feira (20) o I Seminário Internacional de Economia Criativa, na Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. A Secretaria de Estado da Cultura estará representada pela diretora de Economia da Cultura, Denise Pereira. Os temas debatidos serão: A Criatividade na Base da Revitalização Urbana; Governos e a Economia Criativa: A Nova Economia Requer um Novo Estado? ; Os Direitos Autorais e o acesso aos Bens Culturais e A Economia Criativa Como Estratégia Para o Desenvolvimento.

O seminário dará origem a uma edição especial da Revista Conjuntura Econômica, que será la nçada no final do mês, tratando, pela primeira vez, sobre o tema economia criativa. O evento será transmitido em tempo real através do Portal do IBRE da Fundação Getulio Vargas (www.fgv.br/ibre) e será gravado um DVD com os principais pontos debatidos no evento.

A Economia Criativa em números

O mercado global de bens e serviços oriundos da economia criativa tem experimentado nos últimos anos um crescimento sem precedentes. De acordo com a Unesco, o comércio de bens criativos aumentou de US$ 205 para US$ 407 bilhões em 2008, com crescimento médio de 11.5% no período 2002-2008, praticamente dobrando de valor no período de seis anos.

As indústrias criativas são um dos setores mais dinâmicos do comércio internacional e a demanda global para os produtos criativos continuou crescendo, apesar da crise financeira e da recessão global de 2008.

Países emergentes e em desenvolvimento conseguem ter participações expressivas em áreas específicas. Porém há um vasto território inexplorado de possibilidades, que devem ser objeto de políticas públicas, concebidas e implementadas num ambiente de cooperação internacional.

Texto: Maria Emilia Portella
Edição: Redaçao Secom (51) 3210.4305

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