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Meta da Secretaria de Obras Públicas para 2026 é estabelecer legado de modernização

A partir das inovações dos últimos anos, os departamentos da SOP definiram objetivos para ampliar os resultados positivos

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A imagem mostra um auditório lotado. No palco, há um telão onde se lê "500 obras concluídas em escolas".
No evento de final de ano da pasta, foram apresentados resultados alcançados e planos futuros - Foto: Laiz Flores/SOP

No final de 2025, os departamentos que constituem a Secretaria de Obras Públicas (SOP) avaliaram suas conquistas e definiram os objetivos a serem buscados. Para 2026, a meta é consolidar uma gestão moderna que deixe um legado de eficiência para o futuro do Rio Grande do Sul, transformando as novas práticas em, mais do que iniciativa de um governo, política estratégica e perene de Estado.

Neste ano, a secretaria trabalha a fim de alcançar um ponto de excelência nas obras executadas e entregues. Os pilares do planejamento dos setores são a modernização de processos e o fortalecimento da integração entre equipes, aprofundando iniciativas adotadas desde o início da atual gestão, em 2023.

Dessa forma, a pasta busca facilitar e agilizar a adoção de tecnologias e ideias inovadoras, melhorando o andamento dos trabalhos e garantindo objetivos e diretrizes comuns. Um alinhamento estratégico mais robusto entre departamentos passa por uma comunicação clara entre setores e servidores.

“Nos últimos anos, nos dedicamos a entender como a SOP funcionava e de que maneira esses processos poderiam ser aperfeiçoados. Agora, a partir das bases estabelecidas entre 2023 e 2025, estamos consolidando e ampliando uma estratégia perene de cuidado com os prédios públicos, focada em modernização tecnológica, qualificação dos trabalhos e coesão entre equipes”, afirmou a secretária de Obras Públicas, Izabel Matte.

Inovações em resiliência e tecnologia

Nas metas definidas pelas duas subsecretarias da SOP, a de Obras da Educação (Subed) e a de Infraestrutura e Patrimônio Público (Sipp), uma palavra se repetiu: resiliência. A secretaria está conectada à realidade dos desafios climáticos que o Rio Grande do Sul enfrenta e tem inserido nos prédios públicos do Estado soluções de prevenção e adaptação a momentos de crise. São medidas que permitem o uso das estruturas em situações de emergência, reduzem riscos, aumentam a proteção às intempéries, ampliam o conforto ambiental e estimulam a adoção de elementos sustentáveis e que priorizam métodos de construção ambientalmente mais corretos.

A secretaria pretende, também, ampliar os resultados alcançados, que já são expressivos tanto no número de obras iniciadas e concluídas quanto nos investimentos realizados. Para isso, estão previstas ações de capacitação e valorização das equipes, medidas para agilizar processos internos e iniciativas de resolutividade, ou seja, que transformem projetos em entregas concretas. Ao longo de 2026, também será reforçado o monitoramento e a integração das informações das obras, garantindo que os dados orientem de forma ainda mais precisa as decisões.

“O governo gaúcho conseguiu recuperar a capacidade de investimento do Estado. Isso, porém, não garante por si só o sucesso da reestruturação da infraestrutura do Rio Grande do Sul. As metas que estamos estabelecendo refletem as conquistas já obtidas, que nos permitem direcionar recursos com inteligência, entregar mais obras, com mais qualidade, e deixar soluções e práticas consistentes para o futuro. Não pensamos somente no presente, mas também nos anos que virão”, disse Izabel.

Texto: Ariel Engster/Ascom SOP
Edição: Secom

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