Governo do Estado do Rio Grande do Sul
Início do conteúdo

O que é a telemedicina pediátrica implementada pelo governo do Estado?

Explica aí! é uma série de publicações que esclarece, de maneira objetiva e direta, as principais iniciativas do governo

Publicação:

Explica Aí!
-

O governo publica uma série de conteúdos sobre as principais entregas do Estado para a população. Com um material direto, simples e informativo, o Explica aí! apresenta respostas didáticas para que as pessoas possam entender facilmente cada ação.

Edição #35: Telemedicina pediátrica

  • O que é a telemedicina pediátrica implementada pelo governo do Estado?

É um serviço do governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (SES), que oferece suporte médico especializado à distância para o atendimento de crianças. Ele conecta médicos pediatras e intensivistas a equipes de hospitais, UPAs e UTIs neonatais e pediátricas em todo o Estado, auxiliando no manejo clínico dos pacientes.

  • Como funciona o serviço de telemedicina pediátrica?

Os médicos da Telemedicina Pediátrica atuam a partir do Departamento de Regulação Estadual (DRE). Eles avaliam casos de crianças internadas ou que aguardam transferência, revisam condutas e orientam os profissionais que estão atendendo presencialmente, inclusive auxiliando na escolha do tratamento mais adequado.

  • Quem realiza os atendimentos?

O serviço é prestado exclusivamente por médicos, com formação e experiência em pediatria e terapia intensiva pediátrica e neonatal, garantindo mais segurança e qualidade nas orientações clínicas.

  • Quando o serviço foi implantado?

A telemedicina pediátrica começou a ser utilizada no Rio Grande do Sul em 2022, durante o inverno. Em 2026, o serviço foi retomado antecipadamente, iniciando as operações em 4 de maio, como parte das ações do Programa Inverno Gaúcho com Saúde.

Foto mostra médica atendendo remotamente. Ela está sentada em frente a um computador com dois monitores.
Médicos orientam profissionais da saúde do interior do Rio Grande do Sul entre 10h e 22h - Foto: Arthur Vargas/Ascom SES

  • Por que a telemedicina pediátrica foi implantada?

O principal objetivo é qualificar o atendimento às crianças, evitar transferências desnecessárias e reduzir a pressão sobre hospitais de maior porte e leitos de UTI, especialmente no período de maior circulação de vírus respiratórios, como ocorre nos períodos de outono e inverno.

  • Como a telemedicina pediátrica ajuda na prevenção de doenças respiratórias?

Ao permitir orientação rápida e especializada, o serviço contribui para o tratamento precoce e adequado dos casos, evitando a piora do quadro clínico, internações em UTI e agravamentos relacionados a doenças respiratórias comuns em períodos de frio.

  • Quantos atendimentos já foram realizados?

Somente na primeira semana de funcionamento, entre 4 e 10 de maio, o serviço avaliou 166 casos pediátricos em todo o Estado. Mais de 86% dos casos foram resolvidos sem necessidade de transferência hospitalar, demonstrando a alta efetividade do modelo.

  • Qual é a importância do serviço no Programa Inverno Gaúcho com Saúde?

A telemedicina pediátrica é uma ferramenta estratégica do programa, que inclui também a ampliação de leitos hospitalares e reforços na atenção primária. Ela ajuda a organizar a rede, contribuindo para que os leitos de UTI permaneçam disponíveis para os casos mais graves.

Sim. A telemedicina pediátrica integra uma política de fortalecimento da rede de saúde, com possibilidade de ampliação conforme o aumento da demanda, especialmente durante os períodos críticos do ano.

  • A telemedicina pediátrica é a única frente do Programa Inverno Gaúcho com Saúde?

Não. Além da telemedicina pediátrica, o governo do Estado tem adotado um conjunto de ações no âmbito do programa para prevenir e reduzir os impactos das doenças típicas do inverno.

  • Quais outras ações o governo do Estado tem realizado para prevenir e reduzir os impactos das doenças típicas do inverno?

Entre as iniciativas implementadas estão a ampliação do número de leitos hospitalares de internação e de tratamento intensivo; o fortalecimento da atenção primária com repasses aos municípios para ampliação dos horários de atendimento e contratação de profissionais.

Sim, a SES tem intensificado as campanhas de vacinação voltadas aos diferentes grupos. Além disso, realiza busca ativa de pessoas não vacinadas pertencentes aos grupos prioritários.

  • Há atenção especial a gestantes e recém-nascidos?

Sim. O programa também inclui medidas específicas como a vacinação contra bronquiolite e a imunização com nirsevimabe, que buscam garantir maior proteção a gestantes e recém-nascidos.

Explica Aí!


Fonte: Ascom SES
Edição: Secom

Portal do Estado do Rio Grande do Sul