Tempestades com vento e granizo voltam a atuar no território gaúcho neste domingo (1º)
Defesa Civil alerta para acumulados de 150 mm de chuva e ventos que podem superar os 90 km/h em várias regiões do Estado
Publicação:
As tempestades voltam ao Rio Grande do Sul a partir deste domingo (1º/11). O Centro de Monitoramento da Defesa Civil do Estado (CMDEC) atualizou o prognóstico hidrometeorológico para os próximos dias, alertando para riscos de chuvas com granizo e rajadas de vento que podem superar 90 km/h.
Previsão meteorológica
Entre a tarde e a noite deste domingo (1º), tempestades isoladas com queda de granizo e rajadas de vento (que podem superar os 70 km/h) atuam em áreas do Oeste, Missões, Noroeste e Norte. Na segunda-feira (2), as tempestades com queda de granizo e rajadas de vento (que podem superar os 70 km/h) seguem atuando de forma isolada em áreas do Noroeste, Norte, Centro, Vales, Região Metropolitana de Porto Alegre, Costa Doce, Litoral Norte, Serra e Nordeste.
Na terça-feira (3), a condição é para tempestades com queda de granizo (que pode ser grande) e rajadas de vento (que podem superar os 90 km/h) em áreas do Oeste, Campanha, Centro, Missões, Noroeste, Norte, Vales, Região Metropolitana de Porto Alegre, Serra e Nordeste. Os acumulados entre nesse período podem superar os 150 mm em áreas das Missões, Noroeste e Norte do estado.
Previsão hidrológica
A condição hidrológica atual é de níveis entre os limiares de alerta e normalidade, com tendências de estabilidade ou declínio. Para o período de vigência do Aviso, os riscos indicados se concentram na bacia hidrográfica do rio Uruguai e, pontualmente, na região central do estado. Em Uruguaiana, o rio Uruguai segue em cota de alerta, porém em declínio.
Na terça-feira, são esperados os maiores volumes de precipitação, concentrados na metade oeste do Estado, portanto, há risco de alagamentos, cheias em arroios e pequenos rios, além de elevações em afluentes do rio Uruguai. Devido a este cenário, são indicados os níveis de Atenção, Alertas e Inundação, conforme o mapa de risco.
Texto: Ascom Defesa Civil
Edição: Secom
