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Vicasa trocará frota para ônibus com motores a GNV

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A Vicasa decidiu iniciar, no próximo ano, a substituição gradual dos seus veículos para motores movidos a gás natural. Com frota de 640 ônibus, a empresa, que atende a Região Metropolitana de Porto Alegre, pretende adquirir três dezenas de ônibus a GNV a partir do primeiro semestre de 2006. Queremos ser pioneiros no uso do gás natural no Rio Grande do Sul, afirma o diretor da Vicasa, Márcio Biazus, que viajou à Itália, no mês passado, para conhecer o sistema de transporte coletivo urbano movido a GNV em quatro cidades - Florença, Turim, Milão e Bolonha. A comitiva, liderada pela Secretaria de Energia, Minas e Comunicações, visitou fábricas da empresa multinacional Dresser Wayne Pignone, parceira da Multiflow, que vai instalar uma linha de montagem de compressores de gás natural na Metade Sul do Estado. Biazus cita três motivos principais que nortearam a decisão da Vicasa: a economia, a maior durabilidade e a preservação do meio ambiente. O custo em torno de 15% maior dos veículos com motores GNV é rapidamente compensado por uma economia de até 50% no preço do combustível, explica. Tecnologia A Vicasa, maior revendedora de produtos Iveco na Região Sul do país, através da Bivel, ainda pretende trazer para o Brasil os ônibus a gás da empresa italiana. Biazus visitou a fábrica da Iveco em Turim e ficou impressionado com a tecnologia empregada. A idéia é abrir uma revenda nas proximidades da capital gaúcha. Os projetos ganharam alento com recentes declarações do vindas do Ministério de Minas e Energia, sobre planos de incentivo ao uso do gás natural como combustível automotivo para frotas de transporte coletivo urbano das regiões metropolitanas de grande densidade populacional. Também participaram da viagem à Itália, no final de maio, os empresários Luiz Carlos Stefani, do Grupo Stefani (Latina e Querodiesel), e Marcelo Silveira, do Grupo Guttierres, e o diretor-comercial da Multiflow, Ilton De Conti Ferreira, além do secretário-substituto de Energia, Minas e Comunicações, Júlio Magalhães, e do presidente da Sulgás, Artur Lorentz.
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